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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Cobradora de estação no Hauer já foi assaltada 35 vezes

Conversando com cobradores de ônibus da Rede Integrada de Transporte
(RIT), é difícil encontrar algum profissional que nunca tenha sofrido um assalto
no trabalho. E se antes os crimes se restringiam apenas aos cobradores, agora
até os passageiros tem sido alvos de “arrastões”. O Paraná Online levantou
quais são as estações-tubo e as linhas de ônibus mais perigosas. Enquanto os
tubos mais visados estão no Hauer e Xaxim, as linhas mais atacadas são as
que circulam pela CIC.
A Urbanização de Curitiba (Urbs) forneceu dados de roubos de 1.º de janeiro a
30 de abril. Os tubos Coronel Luiz dos Santos, na Avenida Marechal Floriano
Peixoto, no Hauer, onde param os expressos Circular Sul e Boqueirão, são os
mais visados. Eles somaram cem crimes até 30 de abril. Mas seguindo a média
aproximada de um crime a cada 28 horas, até ontem já devem ter sofrido pelo
menos outros 65 assaltos.
Uma cobradora de 33 anos que trabalha nessa estação e tem dois anos e meio
de profissão já passou por 35 roubos. Um cobrador que foi chamado para
trabalhar no local ficou apenas duas horas e meia trabalhando. Não suportou as
ameaças de bandidos e pediu para ser substituído. Outro pediu a conta depois
que os ladrões, além de levarem o dinheiro do caixa, também pegaram seu
tênis e celular e ainda deram um tiro para cima. Outro já levou um tiro na
barriga e, em outra situação, até os passageiros aguardando o ônibus tiveram
os pertences levados.
“Depois do crime, agente começa a chorar, dá tremedeira no corpo todo”, disse
uma cobradora com 14 anos de serviço, que já foi assaltada quatro vezes
durante os seis anos que trabalhou no tubo Passarela (o segundo mais
assaltado, também na Marechal Floriano). Em três roubos, ela teve armas
apontadas à cabeça e no quarto uma faca direcionada ao corpo.
Entre essas duas estações também há outra bastante visada: a Hipólito da
Costa. Lá, a reportagem encontrou um cobrador de 28 anos, que tem quase
cinco anos de profissão e já passou por 60 assaltos, 34 cometidos pela mesma
dupla, que foi presa. Ele conta que os roubos aos tubos são mais frequentes à
noite, já que aquele trecho é composto em sua grande maioria por comércios.
Depois que fecham, a região fica muito deserta.
Não são raros casos de três assaltos à mesma estação, numa mesma noite. Os
bandidos “batem ponto” no horário entre a saída de alunos de um colégio
próximo, às 22h, e a saída dos funcionários do supermercado Condor, até as
23h, momento em que o caixa junta um pouco mais de dinheiro.
O cobrador ressaltou que, nem sempre, os ladrões são viciados em drogas ou
maltrapilhos. Geralmente são jovens até bem vestidos, com roupas de marcas
da moda. “Destes 60 assaltos, acho que só uns dois eram ‘nóias’ querendo
dinheiro pra fumar crack”, analisou a vítima.
Xaxim
O guarda municipal Ademir Costa, que atua na segurança do transporte
coletivo, disse que além dos tubos na Marechal Floriano, outros localizados no
Xaxim também são muito visados. Eles explica que, geralmente, os marginais
chegam a pé e esperam a estação ficar mais vazia para abordarem o cobrador.
Nem sempre vão armados e geralmente levam uma mochila com outra muda
de roupa, para trocarem logo após o crime e não serem identificados. “Muitas
vezes comparsas ficam estacionados em ruas próximas, para dar fuga aos
ladrões”, contou.
Linhas que passam pela CIC são visadas
Entre as linhas de ônibus mais assaltadas, estão a Tamandaré/Cabral, que sai
do Terminal Cabral e vai até o Terminal Central de Almirante Tamandaré; o
Interbairros IV, que sai do Terminal Santa Felicidade, passa por São Braz,
Campo Comprido, Fazendinha e CIC; e a linha Trabalhador, que sai do
Terminal Fazendinha, passa por CIC, Sítio Cercado e Terminal Boqueirão.
A linha Tamandaré/Cabral sofreu seu último roubo às 18h20 de sexta-feira
passada. O motorista, que tem 32 anos - dez roubos em dez anos de profissão
- disse que quatro rapazes entraram armados. Um ficou apontando a arma para
o motorista, enquanto os outros limpavam o caixa. Ele conta que o trecho da
Avenida Anita Garibaldi em Curitiba é tranquilo. “Mas passou do bairro
Cachoeira pra frente, principalmente ali da rotatória no início da Rua Francisco
Kruger, em qualquer local agente pode ser assaltado”, lamenta. O cobrador que
estava com ele falou que já tem 20 anos de profissão e já passou por 27
assaltos.
Já nos ônibus que passam pela CIC, a reclamação é geral. De acordo com os
funcionários, todas as linhas que entram no terminal do bairro são visadas. O
local onde são mais atacados é ao longo da Rua João Bettega, principalmente
em frente a uma empresa de transporte. Outros pontos ficam nas Ruas
Desembargador Cid Campelo, Pedro Gusso e José Rodrigues Pinheiro.
No Interbairros IV, os arrastões, com marginais levando dinheiro e pertences
dos passageiros, têm sido constantes. Uma cobradora contou que quando o
ônibus parou em frente a uma editora de livros didáticos, o bandido apontou
uma arma ao motorista e mandou que ele não fizesse nenhum sinal de luz para
os que vinham no sentido contrário. Se não “estouraria os miolos” do
funcionário. Em seguida, outros marginais entraram e fizeram a limpa em cerca
de 15 passageiros e o cobrador. Isto aconteceu às 19h55 de um domingo, há
algumas semanas.
Nesta mesma linha, um motorista de 42 anos, que tem 17 anos de profissão e
oito assaltos, e o cobrador, de 61 anos, 17 de empresa e 25 roubos, ressaltam
que o crime não tem hora. E os cobradores reclamam que, depois do roubo, as
empresas ainda obrigam que o funcionário continue trabalhando e volte sozinho
de ônibus pra casa. “Poxa. Tinham que no mínimo levar agente em casa e dar
suporte psicológico. Quando roubam, a primeira coisa que querem saber é
quanto levaram”, reclamou uma cobradora.
 

Fonte: http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/815031/?noticia=COBRADORA+DE+ESTACAO+TUBO+NO+HAUER+JA+FOI+ASSALTADA+35+VEZES

terça-feira, 06 de maio de 2014

Assalto com morte revela caos vivido por comerciantes

Jadson André
Publicação
06/05/2014 às 00:00:00
Atualizado
06/05/2014 às 14:00:06
 
 
Assalto a uma loja na Avenida Marechal Floriano Peixoto, perto do terminal do
Hauer, no fim da tarde de ontem, foi exemplo da insegurança que trabalhadores
e consumidores de Curitiba estão sujeitos diariamente. O crime, que terminou
com o suspeito morto por um vigilante, aconteceu no mesmo horário em que a
diretoria da Associação Comercial do Paraná (ACP), se reunia com o secretário
da Segurança Pública, Leon Grupenmacher, e membros das polícias Civil e
Militar, para definir estratégias de segurança mais efetivas. 
Eram 17h40 quando, segundo populares, Rafael Endrigo Suzuki, 40 anos,
assaltou o Magazine Luiza. Em seguida, ele correu para uma loja
Pernambucanas, do lado, e, ao se aproximar da vitrine de celulares, foi baleado
pelo segurança. Rafael correu cerca de 30 metros e tombou.
Algumas testemunhas ficaram revoltadas com a ação do vigilante, já que o
suspeito não estava armado. O atirador foi preso e encaminhado, junto com a
arma do crime, para o Ciac-Sul. A investigação será levada ao 7.º Distrito
Policial.
Prejuízo
Diante de casos semelhantes, a ACP
convocou a reunião para mostrar
preocupação e buscar meios para
diminuir o problema. “Acabar com o
crime é impossível, mas é preciso
intensificar o combate”, explicou Edson
José Ramon, presidente da ACP.
Em 2013, por exemplo, a polícia
registrou, somente na capital, 12.421
furtos e roubos contra
estabelecimentos comerciais. Somente
entre os 800 estabelecimentos filiados
à ACP, somando o dinheiro e
mercadorias levados por bandidos, os
danos materiais, os gastos causados
por danos morais a funcionários, e
gastos com empresas de segurança e
seguro, o prejuízo foi de R$ 9,6
milhões, no ano passado. 
Proprietário de uma panificadora há 30 anos no Alto da Glória, José Carlos
Grande é um exemplo de quem sentiu o reflexo da violência no bolso. Só teve
sossego depois que contratou uma empresa de vigilância e instalou câmeras de
segurança, há quatro anos. “Antes os arrombamentos eram frequentes. Perdi a
conta, parei nos 20 e poucos”, contou.
Reuniões
O acordo entre ACP e Sesp é reunir a comissão conjunta toda terça-feira.
Ontem, a ACP se comprometeu a conscientizar os filiados a fornecerem as
filmagens das câmeras de segurança à polícia com mais agilidade. “Cada vez
mais dependemos do comércio para obter informações que levem ao bandido.
Não basta ter a câmera, tem que posicioná-la bem”, disse o delegado Rodrigo
Souza, da Delegacia de Furtos e Roubos, que participa da comissão.
Fonte: http://www.parana-online.com.br/editoria/policia/news/797520/?noticia=ASSALTO+COM+MORTE+REVELA+CAOS+VIVIDO+POR+COMERCIANTES

 

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Linha do caos

Uma queda de energia na região dos bairros Hauer, Prado Velho e Rebouças transformou o trânsito da Linha Verde em um verdadeiro caos no final da manhã de ontem. Todos os semáforos entre a estação tubo Santa Bernadete e a região do Colégio Medianeira ficaram desligados por cerca de duas horas. Segundo a Copel, a falta de energia na localidade teve início às 10h07, após uma falha ocorrida na subestação Parolin.

Com a situação, os cruzamentos da Linha Verde localizados nesse trecho ficaram caóticos, com motoristas tentando passar pelos semáforos sem qualquer tipo de orientação. No encontro da Linha Verde com a Anne Frank a situação estava perigosa, com muitos caminhões freando em cima dos carros. Os engarrafamentos também foram inevitáveis, principalmente nas proximidades das estações tubo.

O caminhoneiro Walter Henrique Soares disse à reportagem da Tribuna que o congestionamento já havia atrasado em uma hora a entrega que tinha que fazer. “Já tomei uma bronca do chefe por causa do atraso. A Linha verde já é complicada e ainda acontece essa queda de energia. Pior é que você não vê nenhum guarda pra orientar o trânsito”, reclama.

A representante comercial Kelly Alcântara também estava presa no trânsito da Linha Verde e atrasada pra uma reunião em um cliente. “O problema é que não sabemos o que está acontecendo e quando vemos estamos no meio do engarrafamento. O que indigna é que não há nenhuma orientação. Os sinais desligam e cada um tem que se virar. Não sei como não aconteceu algo pior, já que a pista estava molhada”, diz.

A vendedora de panos de cozinha Talita de Jesus, que trabalha na esquina da Anne Frank com a Linha Verde, afirmou que os negócios esfriaram com a queda de energia na região. “Como os semáforos ficaram desligados, não tenho tempo de oferecer o produto aos motoristas. Por causa desse caos, não vendi nada no período da manhã”, diz.

Transformador

Por meio de nota, a Copel informou que o desligamento deixou aproximadamente 17 mil consumidores sem energia. Ainda segundo a empresa, foi identificado um problema em um transformador de potência da subestação Parolin. O fornecimento total da energia na região foi restabelecido às 10h54. Em relação aos semáforos desligados, a Secretaria Municipal de Transito informou que todos os equipamentos foram religados por volta do meio dia.

FONTE: http://cacadores.parana-online.com.br/prado-velho/linha-do-caos/

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Projeto Inter 2 terá reforma de terminais, trincheira e novos binários

O projeto de melhoria do Ligeirinho Inter 2 vai começar com a reforma de dois terminais, implantação de dois binários (sistema de vias paralelas de mão única e em sentido contrário) e construção de uma trincheira. As obras resultarão em aumento da velocidade operacional dos ônibus, além de mais conforto para os usuários. Os recursos para essa primeira fase já estão garantidos. Serão R$ 121 milhões – R$ 101 milhões do governo federal (assegurados por uma portaria publicada na semana passada) e R$ 20 milhões da Prefeitura de Curitiba.

Isolada, a linha Inter 2 (criada em 1991) é a mais carregada do sistema de transporte coletivo da capital, com 80 mil passageiros transportados por dia. Essa linha tem um percurso circular, com trajeto de 38 quilômetros, passando por 12 bairros: Cabral, Jardim Social, Jardim das Américas, Capão da Imbuia, Hauer, Xaxim, Capão Raso, Portão, Santa Quitéria, Campina do Siqueira, Mercês e Centro Cívico.

Binários

Os dois binários previstos no projeto vão garantir de imediato a melhoria da velocidade operacional, hoje em 23 km/h. O primeiro binário será no bairro Cristo Rei, formado pelas ruas Padre Germano Mayer e Camões. O outro binário será composto pelas ruas Olga Balster e Nivaldo Braga.

Trafegando em ruas de sentido único, o Inter 2 poderá, como o restante do tráfego, fazer conversões à esquerda sem esperar o escoamento do trânsito no sentido contrário, o que já é um ganho de tempo considerável, além de assegurar maior segurança no trânsito.

Nova trincheira

Entre as obras aprovadas está a construção de uma trincheira que passará por baixo da Avenida Nossa Senhora Aparecida, no cruzamento com as avenidas Arthur Bernardes e Mário Tourinho, um dos pontos de maior lentidão no itinerário do Inter 2. A trincheira vai garantir fluidez do tráfego na região, beneficiando diretamente o sistema de transporte coletivo e o trânsito de maneira geral.

Terminais com bicicletários

Os terminais Campina do Siqueira e Hauer serão totalmente requalificados e repaginados dentro do projeto Inter 2. Serão os dois primeiros terminais da cidade a receber bicicletários, com dezenas de vagas em cada um deles.
“Dessa maneira, teremos a integração do modal bicicleta com o transporte coletivo, o que representa um importante passo em direção à multimodalidade em Curitiba”, afirma o presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), Sérgio Póvoa Pires.

A cobertura desses novos terminais será diferenciada, em curva, cobrindo toda a área. Isso irá garantir conforto para os usuários que ficarão protegidos da chuva e ao abrigo dos efeitos mais agudos do frio e do calor.
No caso específico do Terminal Campina do Siqueira haverá adaptações adicionais para que também possa operar com o sistema BRT. As mudanças nos terminais de ônibus trarão outras consequências positivas, tais como melhorias nas calçadas, instalação de travessias elevadas e implantação de guias rebaixadas para garantir a acessibilidade dos pedestres.

Recursos adicionais

Além dos recursos para a realização das obras, também haverá a liberação de mais R$ 6 milhões e 760 mil para a elaboração de novos projetos de requalificação de vias, além de um viaduto e outras trincheiras no itinerário do Inter 2. A metade dos recursos virá do governo federal e a outra metade, dos cofres do Município. Serão elaborados projetos para 24,6 quilômetros de vias que receberão faixas exclusivas para a circulação do Inter 2. Esses projetos serão implantados numa segunda fase.

Inter 2 nas canaletas

O projeto também prevê a circulação do Inter 2 em alguns trechos de canaletas já existentes nas avenidas Paraná, João Gualberto e República Argentina; na Rua Padre Anchieta e na Linha Verde. Os trechos a serem utilizados pelo Inter 2 somam 7,4 quilômetros.

Ao longo do trajeto, o Inter 2, que é do sistema Linha Direta, passa por ruas e avenidas de tráfego intenso, o que tem prejudicado a velocidade operacional e o cumprimento de horários.

Quando o projeto de requalificação do Inter 2 estiver integralmente implantado, as intervenções previstas vão aumentar a capacidade da linha os atuais 80 mil para 110 mil passageiros por dia e reduzir o tempo de viagem de 102 para 90 minutos.

 

FONTE: http://www.bemparana.com.br/noticia/317081/projeto-inter-2-tera-reforma-de-terminais-trincheira-e-novos-binarios

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Defesa de menino que matou tia a facadas alega problema mental

Fernanda Zaremba
Publicação
10/04/2014 às 00:00:00
Atualizado
10/04/2014 às 12:38:33
 
O julgamento do adolescente de 14 anos que assassinou a tia com 30 facadas,
no Hauer, no início de março, teve sua primeira etapa terça-feira. A audiência
foi na Vara da Infância e da Juventude, com as testemunhas de acusação. O
prazo de 45 dias, tempo máximo que o menor infrator pode permanecer
apreendido, termina dia 20. O adolescente continua retido no Centro de
Socioeducação (Cense), ao lado da Delegacia do Adolescente, no Tarumã. 
O advogado de defesa, Nilson Magalhães dos Santos, afirma que o garoto fez
exame eletroencefalográfico e foram constatadas alterações. O resultado será
usado pela defesa na segunda etapa do julgamento, na semana que vem,
quando as testemunhas de defesa e adolescente serão ouvidos. Caberá ao juiz
decidir se acata a alegação de problemas psiquiátricos e para onde o garoto
será encaminhado para cumprir a medida.
Ele poderá ser encaminhado para Censes, clinicas psiquiátricas ou até ficar sob
liberdade assistida, de acordo com o advogado. A melhor alternativa, para
Nilson, seria a clínica, pois a família espera que ele cumpra a medida, com
acompanhamento médico. Nilson disse que a família não possui condições de
pagar clinica particular e critica o Estado por não possuir instituição destinada a
menores infratores com distúrbios psiquiátricos.
Resposta
A assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Família, responsável pelo
Cense, garantiu que o Estado possui hospitais psiquiátricos, mas não detalhou
se estes locais são destinados somente a adolescentes. O órgão informou que,
caso o adolescente seja encaminhado a uma unidade convencional, e por
ventura apresente algum problema psiquiátrico, imediatamente o juiz é
comunicado para que tome providências. A Delegacia do Adolescente e o
Ministério Público não forneceram informações porque o processo corre em
segredo de Justiça.
Crime
Na madrugada de 6 de março, a mulher, de 44 anos, foi atacada enquanto
dormia. A bancária morreu com mais 30 golpes de faca. O marido da vítima
estava fora do país, em viagem de trabalho. Um vizinho policial militar ouviu
barulhos e ao entrar na residência encontrou o adolescente ainda com a faca
em punho. A vítima foi socorrida, mas morreu no hospital. Os pais do
adolescente vivem no litoral. A tia e o sobrinho moravam juntos há três anos e o
garoto, estudante do Colégio da Polícia Militar, nunca teve problemas na escola.
 

Fonte: http://www.parana-online.com.br/editoria/policia/news/792175/?noticia=DEFESA+DE+MENINO+QUE+MATOU+TIA+A+FACADAS+ALEGA+PROBLEMA+MENTAL

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