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Notícias em O melhor do bairro de Campolim / Zona Sul, Sorocaba, SP

segunda-feira, 05 de agosto de 2013

Em seis meses, médicos faltaram 533 dias

As ausências aconteceram em três Prontos-Atendimentos e duas Unidades Pré-Hospitalares de Sorocaba

 

Abner Laurindo
abner.laurindo@jcruzeiro.com.br 

Médicos que trabalham nos três Prontos-Atendimentos (PAs) e nas duas Unidades Pré-Hospitalares de Sorocaba (UPHs) faltaram ao serviço, no total, 533 dias neste primeiro semestre de 2013. É o mesmo que dizer que, durante o período de janeiro a junho deste ano, três médicos faltaram diariamente do trabalho. Nessas cinco unidades de saúde, 156 médicos prestam serviço à rede pública municipal. Se levar em conta todos esses médicos, isso significa que cada um deles teria faltado 3,42 dias no semestre.
Os dados foram levantados pela Secretaria de Saúde (SES) a pedido da reportagem do jornal Cruzeiro do Sul. No registro, as faltas de médicos ocorridas no ano passado somaram 1.423 entre janeiro e dezembro, uma média de 9,12 dias por ano.

Toda a rede municipal tem 800 vagas de médicos em seu quadro: 597 estão preenchidas e outras 149 estão em processo de contratação por concurso público. Faltariam, então, 54 vagas para completar todas as vagas necessárias de profissionais para dar atendimento de saúde aos 480 mil usuários cadastrados.

Com os 597 médicos atualmente trabalhando, a proporção é de 1,2 médico para cada mil pacientes, um número até acima do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é um médico para cada grupo de mil pessoas. Mas a ausência de médicos em seus postos de serviços tem feito a Prefeitura de Sorocaba passar por dificuldades no atendimento dos 283 mil pacientes que usam a rede por mês, conforme dados registrados no quadrimestre.

Denúncia ao MP

Essa situação fez a população usuária do sistema de saúde municipal denunciar a precariedade no atendimento para o Ministério Público (MP) do Estado que instaurou, no mês passado, um inquérito civil para investigar os problemas no atendimento, entre eles, a falta diária de médicos nos plantões das unidades pré-hospitalares. A Prefeitura tem até o dia 19 de agosto para encaminhar ao MP documentos sobre a estrutura de atendimento da rede.

De acordo com a SES, por meio da Secretaria de Comunicação (Secom), o problema será minimizado neste mês com o início de trabalho dos 149 médicos aprovados no concurso público. A Secom informa ainda que já foi publicado um edital de chamamento à contratação emergencial de dez médicos (cinco médicos clínico geral plantonistas e cinco médicos pediatras plantonistas). E que os profissionais serão contratados por seis meses e devem começar a exercer as atividades também neste mês.

Plantões estressantes

O presidente do Sindicato dos Médicos de Sorocaba e Região, Antônio Sérgio Ismael, atribuiu o número elevado de faltas dos médicos nas unidades de Saúde a duas situações: a primeira é a idade dos profissionais lotados na Prefeitura, onde a maioria trabalha há mais de 20 anos e estão perto da aposentadoria. O segundo motivo seria, em conjunto, a falta de estrutura e segurança para os médicos desenvolverem suas atividades com tranquilidade. "Os piores locais para se trabalhar são as UPHs e os PAs. As condições nelas são precárias. Não tem laboratórios, não tem aparelho de raio-x. Os plantões são estressantes e não há qualquer tipo de segurança contra possíveis ameaças e ataques contra os médicos", expôs Ismael. Ele lembra que situações de violência contra os médicos já ocorreram várias vezes nas unidades de saúde e nunca se conseguiu a implantação de um mecanismo ideal de proteção à integridade física dos profissionais.

Ismael disse também que o salário da categoria melhorou, mas a situação de insegurança ainda afasta os médicos do serviço público municipal. Ele acredita que até os médicos que passaram no concurso, mesmo que sejam jovens, quando começarem a trabalhar nos ambientes sem estruturas, começarão a faltar e até abandonar o serviço.

Os médicos da Prefeitura atuam em 31 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), nas unidades Pré-Hospitalares (UPHs) da zona norte e na zona oeste, três Prontos-Atendimentos (PAs) Laranjeiras, Brigadeiro Tobias e Éden, no Samu-192, no Same, no Programa de Atendimento Domiciliar (Acamados), no Ambulatório de Saúde Mental e na Policlínica Municipal de Especialidades. Pela prestação de serviço, recebem R$ 55 por hora e devem cumprir uma carga de trabalho de 15 horas semanais.

 

Fonte: http://www.cruzeirodosul.inf.br

quarta-feira, 01 de maio de 2013

Sesc Sorocaba promove Corrida Noturna no próximo sábado

 

A largada será às 20h no Parque das Águas, mas a programação iniciará às 15h30 com diversas atividades gratuitas
 
No próximo sábado (4), o Sesc Sorocaba reunirá dois mil corredores que participarão da Corrida Noturna nas categorias de 5 km e 10 km e caminhada de 3 km, com largada às 20h. O evento, que está em sua 5ª edição, é integrado ao Circuito Sesc de Corrida, promovido pelo Sesc (que ao longo do ano realiza diversas provas nas Unidades da Capital, Interior e Litoral), em parceria com diversas secretarias da Prefeitura Municipal de Sorocaba, a URBES (Trânsito e Transporte), SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) e Polícia Militar.
 
Além da prova, ao longo do dia, das 15h30 às 22h, uma programação especial será oferecida na arena do evento. Diferentes intervenções artísticas animarão o público, além de diversas palestras, vivências, massagens, aulas de ginástica e atividades relacionadas às boas práticas de saúde.
 
Os participantes poderão retirar seus kits e chip de identificação no período das 15h30 às 22h. Para a retirada é necessária a apresentação do protocolo de inscrição e de pagamento, além do documento oficial com foto. Já os comerciários e usuários matriculados no Sesc deverão apresentar o cartão de matrícula atualizado, documento oficial com foto e comprovante de inscrição. No caso de menores de 18 anos é obrigatória a apresentação de autorização impressa e assinada pelo responsável para a retirada do kit.
 
Este ano não haverá premiação e os participantes que finalizarem a prova, receberão um troféu pela participação.
 
O objetivo principal da atividade é estimular a prática da corrida entre os frequentadores do Sesc e os diversos segmentos da população, como empresas, associações e o público em geral, proporcionando a manutenção da saúde, o bem-estar e a cidadania.
 
Programação
 
Durante o dia, a partir das 15h30, o público poderá conferir uma série de atividades no local do evento, no Espaço Saúde.
 
Para aquecer os participantes, diversas aulas abertas serão realizadas, como Ciclo Sesc (às 15h30 e às 17h), Yoga (às 16h), Pilates (às 17h30) e Alongamento e aquecimento dançante (às 19h30), além da oportunidade de conhecerem a GMF (Ginástica Multifuncional – das 15h30 às 20h).
 
Já no Espaço Massagem, profissionais realizarão quick massagens, em cadeira específica, maca e reflexologia (das 15h30 às 20h), proporcionando às pessoas momentos de relaxamento, onde também serão trabalhados os músculos para os que participarão da corrida.
 
Haverá também diversas intervenções artísticas ao longo do dia, que animarão o evento.
 
A 5º edição da Corrida Noturna do Sesc Sorocaba também contará com a presença especial do atleta Solonei da Silva, às 18h30, que participará de um bate-papo com o público, contando um pouco de sua vida e sua experiência com o esporte. Solonei nasceu em Penápolis (SP) e ganhou reconhecimento popular ao vencer, na sua primeira participação, a Maratona Internacional de São Paulo. Algumas de suas conquistas mais importantes foram: ouro na 18ª Maratona Internacional de São Paulo, com tempo de 2:12:25; ouro nos 12 km no Sul-Americano de Cross Country, em Assunção (2011); número 2 do Ranking Sul-Americano na Maratona 2011 e ouro na Maratona nos Jogos Pan-Americanos de 2011, em Guadalajara, no México.
 
Serviço:
Sesc Sorocaba promove Corrida Noturna no próximo sábado
Dia 4. Sábado, largada às 20h
Local: Parque das Águas
Endereço: Av. Marginal Dom Aguirre, s/nº - Jardim Abaeté
 
Espaço Saúde
Dia 4. Sábado, das 15h30 às 22h
Local: Parque das Águas
Endereço: Av. Marginal Dom Aguirre, s/nº - Jardim Abaeté
 
Mais informações:
Sesc Sorocaba
Rua Barão de Piratininga, 555, Jardim Faculdade
F: (15) 3332-9933
www.sescsp.org.br
quarta-feira, 17 de abril de 2013

Trio é detido vendendo drogas perto de escola em Sorocaba, SP

Trio é detido vendendo drogas perto de escola em Sorocaba, SP

 

Com eles, GCM encontrou maconha, cocaína, crack e dinheiro.
Dois deles eram adolescentes, um de 14 e outro de 17 anos.

 

Um rapaz de 19 anos foi preso e dois menores, um de 14 e um de 17 anos, foram apreendidos por tráfico de drogas no bairro Nova Esperança, em Sorocaba (SP).

De acordo com a Guarda Civil Municipal, eles vendiam os entorpecentes na entrada da escola estadual Humberto de Campos no momento do flagrante. Com eles, os guardas encontraram uma porção de maconha, 66 porçoes de cocaína, 16 de crack e R$ 1.000.

Os adolescentes foram liberados na presença dos responsáveis. Já o jovem de 19 anos foi levado ao CDP de Aparecidinha.

 

Fonte: Do G1 Sorocaba e Jundiaí

 

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Ex-governador, Fleury afirma que não tomou decisão de invadir Carandiru

 

Ele disse que estava em Sorocaba no momento da operação policial.
Fleury afirmou, porém, que a ordem de entrar foi 'necessária' e 'legítima'.

 

O ex-governador de São Paulo Luiz Antônio Fleury Filho afirmou nesta terça-feira (26), durante o julgamento de 26 PMs acusados de participar do massacre do Carandiru, que a decisão de entrar no presídio foi tomada pelas autoridades presentes no local. Ele ressaltou, porém, que a ordem foi "necessária" e "legítima".

Fleury disse que estava em Sorocaba na sexta-feira 2 de outubro de 1992, véspera de eleição municipal e data do massacre. Ele conta que chegou às 16h à capital paulista, após a ação policial no Carandiru já ter ocorrido.

“O que aconteceu, o que digo sempre, é que a ordem para entrada foi absolutamente necessária e legítima. Já existiam pessoas que estavam matando umas as outras. A polícia não pode se omitir", disse o ex-governador.Apesar de ressaltar que não estava à frente da operação, Fleury confirmou uma declaração anterior. Ele disse que “teria dado” a ordem para invasão caso estivesse em seu gabinete.

O que aconteceu, o que digo sempre, é que a ordem para entrada foi absolutamente necessária e legítima."
Luiz Antônio Fleury Filho,
governador de São Paulo na época do massacre do Carandiru

"Quando cheguei ao Palácio soube que a polícia já havia entrado no Carandiru. O secretário da Segurança [Pedro Campos] disse que havia necessidade e que contou com outras autoridades que estavam presentes na ocasião", afirmou Fleury.

Fleury disse que no dia dos fatos recebeu inicialmente a informação de que havia 40 mortos, depois 60, e que apenas no dia seguinte soube que eram mais de 100.

Governador apoia corporação 
Em seu depoimento, Fleury foi confirmou ter sido militar e elogiou a PM de São Paulo. "Os homens passam e a corporação fica", afirmou. Após ser perguntado pela advogada dos PMs, Ieda Ribeiro de Souza, ele confirmou ser sua a frase que diz: "minha polícia nunca se omitiu".

Ele também rebateu críticas por não ter participado diretamente das investigações. "Governador não é presidente de inquérito. Eu já disse à senhora que tomei conhecimento posteriormente", disse em resposta à advogada. Fleury afirma que administrou São Paulo sob inflação alta, discutindo a dívida do estado e vivia sob muita pressão.

O governador também deu ênfase às palavras no momento em que disse ter governado sob muita pressão política e econômica no perído. Questionado sobre sua responsabilidade no resultado do episódio, Fleury respondeu: "nenhuma".

Secretário
O secretário da Segurança Pública à época, Pedro de Franco Campos, falou em seguida ao ex-governador e confirmou a informação de que ele autorizou o coronel Ubiratan Guimarães a invadir o presídio.  Campos, no entanto, assim como Fleury, apontou para a existência de outras autoridades no local. "Nenhuma vez foi solicitada a minha presença.”

 
O ex-secretário defendeu a ação. “A necessidade de entrada da PM era absolutamente incontestável.” Ele afirmou que manteve contato com Antonio Filardi [à época assessor para Assuntos Penitenciários da Secretaria de Segurança Pública], que afirmava que o problema estava se agravando. Segundo ele, o receio principal era que o tumulto chegasse ao pavilhão 8. 
 

 

Primeiro dia
Na segunda-feira (15), o júri foi suspenso por volta das 22h. Durante o dia, os três sobreviventes do Carandiru, além de um agente carcerário e um perito criminal, afirmaram que tropas da Polícia Militar invadiram o segundo pavimento do Pavilhão 9 e executaram presos. As testemunhas relataram também alteração do local para atrapalhar a perícia e impedimento no socorro às vítimas.

A testemunha de acusação Antonio Carlos Dias foi a primeira a ser ouvida. Ele contou que a rebelião começou com uma briga entre detentos. Segundo ele, não foram feitas barricadas para impedir a entrada dos policiais na unidade prisional.

Antonio Dias disse que a ação da polícia dentro da penitenciária durou mais de uma hora. "A gente só ouvia barulho de metralhadora", disse. "Passamos por cima dos corpos para chegar ao pátio. Tivemos que escalar os corpos para sair do segundo andar e chegar ao pátio. Se caíssemos sobre os corpos, os PMs atiravam e matavam", declarou a testemunha.

O juiz José Augusto Nardy Marzagão perguntou ao sobrevivente como foi a reação dos detentos após a entrada da PM. "Não foi uma simples invasão, eles entraram atirando e matando", respondeu Dias.

A segunda testemunha da acusação ouvida foi o ex-detento Marco Antônio de Moura, que cumpria pena de 5 anos e 4 meses por roubo e tentativa de homicídio. Ele afirmou que alguns dos presos foram mortos com golpes de marreta.

"Fui me arrastando no chão até chegar à gaiola. Próximo da gaiola, tinha um policial. Ele contava: um, dois. No terceiro ele dava uma marretada. Esse cara matou muita gente no poço do elevador, a marretadas."

Ele afirmou ter se fingido de morto para sobreviver. "Fiquei no pátio muitas horas deitado. Um policial disse: quem está ferido, erga a mão. Parece que um anjo disse para eu não fazer isso. Quem levantava a mão era levado e nunca mais foi visto", afirmou Moura. "Os policiais diziam: Deus cria, a Rota mata e viva o Choque", segundo o ex-detento.

O agente penitenciário Moacir dos Santos, diretor da divisão de segurança e disciplina, relatou que houve diversos excessos por parte dos PMs. "No momento que iam atirando, iam gritando que nem índio descendo o morro", contou.

A quinta testemunha foi o perito criminal Osvaldo Negrini Neto, que à época trabalhava no Instituto de Criminalística. Ele diz que pediu para que o local não fosse mexido, mas o pedido não foi atendido. "Ficou claro para mim que não queriam que fosse feita a perícia", afirmou Osvaldo Negrini Neto.

O perito afirmou aos jurados que há compatibilidade entre o número de mortos nas celas e o número de buracos de balas encontrados. Ele afirmou que não há qualquer indício de que os presos estivessem armados e reagido à invasão. "É absoluta a certeza de que não houve disparo contra os atiradores", diz o perito.

O agente carcerário aposentado Moacir dos Santos afirmou que o julgamento não tem validade, porque faltam laudos periciais.

Ele culpa o comandante da operação pelo massacre. "Quem deveria estar preso é o coronel Ubiratan porque foi quem cometeu o erro de estratégia", disse, se referindo ao fato de ele ter colocado a Rota para entrar no presídio.

 

 

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Tem Notícias mostra falta de higiene em restaurantes de Sorocaba, SP

 

Funcionários trabalham sem proteção nas mãos e cabelos.
Restaurante acumula louça suja da noite passada.

 

 

O Tem Notícias percorreu vários restaurantes e lanchonetes em Sorocaba(SP) e, constatou a falta de higiene e más condições na manipulação dos alimentos nas cozinhas.

Ao longo da reportagem muitos problemas foram encontrados. Em um restaurante a pia acumulava a louça da noite passada, já em outros, funcionários trabalham na cozinha sem proteção nas mãos e cabelos.

Alguns restaurantes proíbem a entrada do consumidor nas cozinhas, mas em Sorocaba (SP), a visita às áreas de produção de alimentos nos restaurantes é um direito do consumidor garantido por lei municipal de 1997, que visa oferecer a oportunidade de conhecer como o alimento é preparado.

Os consumidores precisam ficar atentos. Se agluém for impedido de conhecer a cozinha de algum restaurante ou lanchonete, é só ligar para a vigilância sanitária, que atende no número (15) 3222-2287. Para denunciar caso encontre algum problema nas cozinhas, o telefone é o mesmo.

Falta de higiene é flagrada em restaurantes em Sorocaba (Foto: Reprodução/TV TEM)Falta de higiene é flagrada em restaurantes em Sorocaba (Foto: Reprodução/TV TEM)
Fonte: Do G1 Sorocaba e Jundiaí
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