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 ASSUNTOS

 

 

DICAS PARA  SE LIVRAR DAS BARATAS DENTRO DE CASA

 

 

 
1- Limpeza - Manter a casa limpa é o primeiro passo para evitar baratas, livre-se delas mantendo limpa a cozinha, mais especificamente as prateleiras, as bancadas e até o chão.
 
2- Folhas de Louro - Afasta e evita o retorno de insetos, entre eles as baratas domésticas e francesinhas. Coloque algumas folhas de louro nos cantos da casa, use-as em todos os cômodos: sala, quartos, cozinha e banheiro, isso funciona para afastar as baratas.
 
3- Óleos Essenciais de Eucalipto e Alecrim - Baratas não suportam o cheiro destes óleos. Pingue algumas botas em um chumaço de algodão e espalhe pelos lugares onde o inseto aparece com mais frequência.
A cada dois dias, pingue mais algumas gotas para manter as baratas longe de sua residência permanentemente.
 
4- Ralos - Esta é uma das principais fontes de entrada de baratas em casa. Para evitar que elas entrem pelo ralo, tampe-os com grelhas.
 
 
Receita de como Matar Baratas Francesinhas - Eliminar Baratas Domésticas:
Aprenda como matar baratas domésticas (grande) e eliminar baratas francesinha (pequena, mas com grande taxa de reprodução). Não, não é na chinelada hehehe, nem usando inseticidas que fazem mal à saúde. Você vai usar uma receita caseira para matar as baratas, um remédio fabricado em casa que funciona para exterminar as baratas de esgotos e a asquerosa francesinha.
 
4 colheres de sopa de bórax - Compre em farmácias
 
2 colheres de sopa de chocolate em pó
 
2 colheres de sopa de farinha de trigo
 
Misture os ingredientes e coloque em locais onde as baratas costumam aparecer. Elas todas irão morrer com este remédio caseiro que é um veneno poderoso para matar as baratas francesinhas e erradicar de vez as baratas domésticas.
 
 
Fonte:
http://seletos.blogspot.com.br/2010/08/como-matar-eliminar-e-afastar-baratas.html
 
 
 

 

 

 

YouTube é primeira escolha dos adolescentes para ouvir música

 

Canaltech

O YouTube é a fonte mais utilizada pelos adolescentes norte-americanos para ouvir música. O site de partilha de vídeos do Google ultrapassa, assim, o rádio e os CD’s, conclusões obtidas no estudo “Music 360”, feito pela Nielsen. Na preferência dos adultos o rádio continua a ser preponderante.

A empresa de sondagens e estudos de mercado, Nielson, revela no seu estudo as formas mais utilizadas para encontrar, comprar e consumir música nos dias de hoje. Segundo as estatísticas 48 por cento dos adultos preferem o rádio e afirmam que é através dele que descobrem as novidades da indústria musical. A contrastar com estes valores está a escolha de 64 por cento dos adolescentes, que garantem utilizar o YouTube para ouvir música, contra 56 por cento, que ouvem música no rádio, 53 por cento que utilizam o iTunes e 50 por cento que o fazem através de CD’s.O YouTube é a fonte mais utilizada pelos adolescentes norte-americanos para ouvir música. O site de partilha de vídeos do Google ultrapassa, assim, o rádio e os CD’s, conclusões obtidas no estudo “Music 360”, feito pela Nielsen. Na preferência dos adultos o rádio continua a ser preponderante.

Para os adultos o YouTube não é ainda fonte principal para a descoberta de novas músicas, pois só 7 por cento confessou utilizar o site de partilha de vídeos para esse efeito.

Dos 3000 inquiridos pela Nielsen, pouco mais de um em cada três adolescentes, 36 por cento, disseram ter comprado um CD durante o ano passado e mais de metade, 51 por cento, confessou ter pago para fazer download de pelo menos uma música.

No que respeita às aplicações que povoam os smartphones dos questionados, 54 por cento afirmam utilizar aplicações de leitores de música, 47 por cento asseguram que utilizam aplicações de rádio e só 26 por cento optam por aplicações de lojas de música.

“Enquanto os ouvintes mais jovens optam por métodos tecnologicamente mais avançados, os tradicionais métodos de descoberta, como o rádio ou a passagem “de boca em boca” continuam a ser fatores determinantes”, disse o vice-presidente da Nielsen, David Bakula, em comunicado disponível no site da empresa.

O YouTube foi criado em 2005, integra a Google desde 2006 e tem mais de 800 milhões de utilizadores individuais por mês, segundo as estatísticas presentes no site oficial do serviço de partilha de vídeos. A mesma fonte revela também que são visualizados 4 mil milhões de vídeos por dia e carregadas 60 horas de vídeo a cada minuto para o site.

Apesar do YouTube não ser um serviço especializado em música, possui uma grandiosa biblioteca de música, que o torna uma alternativa a populares serviços especializados de música em streaming, como o Spotify, Pandora, Grooveshark e Last.FM.

Publicado em http://poweruser.aeiou.pt/blog/youtube-e-primeira-escolha-dos-adolescentes-para-ouvir-musica/ 16/08/2012.

Texto escrito de acordo com o novo acordo ortográfico.

 

Google anuncia Instant Pages e traz outros serviços para o Brasil
Empresa quer cada vez mais predizer buscas para agilizar a exibição de resultados.

Por Eduardo Vieira Karas
14 de Junho de 2011 em
: http://www.tecmundo.com.br/10769-google-anuncia-instant-pages-e-traz-outros-servicos-para-o-brasil.htm#ixzz1PSROViJq

 

Durante a conferência Inside Search, realizada hoje em São Francisco, nos Estados Unidos, executivos do Google anunciaram algumas novidades que prometem esquentar as buscas dos usuários. Entre as inovações prometidas, houve a apresentação do Google Instant Pages, serviço que pode ser encarado como uma evolução do Google Instant.

O Google Instant, por sua vez, já está em funcionamento na versão inglesa do buscador desde setembro do ano passado, e estará disponível a partir de hoje em 32 novos idiomas e 69 domínios — incluindo o Brasil e outros países da América Latina. Através de um sistema que mostra os resultados em tempo real enquanto o usuário digita, o recurso poupa até cinco segundos em uma busca comum.

Além das pesquisas por conteúdo, o Instant também se integra à ferramenta de imagens. Ou seja, enquanto uma palavra vai sendo digitada, o Google relaciona os desfechos mais populares e segue mostrando imagens de forma automática sem que necessariamente o botão “Pesquisar” seja clicado — a cada letra modificada, a conclusão da pesquisa vai se alterando também.

 

 

Instant Pages chega para fortalecer o Chrome

 

 

 

 

Dando um passo à frente do Instant, o Instant Pages chega não só para pré-visualizar as buscas enquanto o usuário digita, mas para pré-carregar as primeiras páginas de resultado. As demonstrações são impressionantes e o sistema deve acirrar ainda mais a disputa por rankeamento junto ao buscador.

Outra briga, esta referente aos navegadores, também entra em cena com o Instant Pages. O Google pretende lançar a ferramenta (ainda sem data prevista) integrada ao Google Chrome. Pelo menos por enquanto, não se sabe se haverá disponibilidade imediata dela para outros browsers.

De acordo com Amit Singhal, engenheiro de software da empresa, e pelo que diz o vídeo de apresentação, a inovação será capaz de poupar entre quatro e dez segundos do tempo total de carregamento de páginas — algo valioso na equação que compreende tempo e dinheiro.

 

 

 

 


A PERSONAGEM OU O PERSONAGEM?

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Descomplicando a Língua

 

Em português, quase todas as palavras terminadas em [-agem] são do gênero feminino: a ramagem, a abordagem, a folhagem, a aparelhagem. Entretanto, no caso da palavra personagem, atualmente, você tem três opções de uso. Vejamos:

1. Como Sobrecomum Masculino - serve para ambos os sexos, mas só tem a forma masculina. Portanto, se optar por esse tipo de substantivo uniforme, você deve usar sempre a forma masculina, ou seja, o personagem, independente de ser homem ou mulher: o personagem Jeca Tatu, o personagem Bentinho, o personagem Iracema, o personagem Capitu: João e Maria são os personagens de um conto de carochinha.

2. Como Sobrecomum Feminino — serve para ambos os sexos, mas só tem a forma feminina. Se a opção for esta, deve usar sempre a forma feminina a personagem, também, independente de ser homem ou mulher: a personagem Jeca Tatu, a personagem Bentinho, a personagem Iracema, a personagem Peri.

● João e Maria são as personagens de um conto de carochinha.

3. Como Comum-de-Dois — quando distinguimos o masculino e o feminino pelo termo que o antecede: [o], [a], [teu], [tua], [esse], [essa] personagem. Assim, vamos usar a personagem quando mulher e o personagem quando homem: o personagem Hamlet, a personagem Aída.

● O personagem Visconde povoa o imaginário das crianças.

● A personagem Narizinho povoa o imaginário das crianças.

Observações:

1ª. Quando usar o termo personagem sem a definição de gênero, isto é, de forma abstrata, coloque-o no masculino (o personagem): Como ficarão os personagens (homens e mulheres) da oposição?

2ª. O Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa e o Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, consideram personagem um substantivo de dois gêneros. ®Sérgio.

____________________

Para copiar este texto: selecione-o e tecle Ctrl + C.

Agradeço a leitura e, antecipadamente, qualquer comentário.

Se você encontrar omissões e /ou erros (inclusive de português), relate-me.
Ricardo Sérgio
Publicado no Recanto das Letras em 01/08/2010
Código do texto: T2412953

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (" Você deve citar a autoria de Ricardo Sérgio e o site www.ricardosergio.net"). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
 

 

 

 

 

Anúncios na internet têm efeito mesmo quando não são clicados, mostra pesquisa

 

Uol Notícias/Economia

Da Redação em São Paulo

http://economia.uol.com.br/ultnot/2009/09/12/ult4294u2899.jhtm

12/09/2009 - 07h00
 

 


Os anúncios na forma de banner na internet têm impacto mesmo quando não são clicados, mostra pesquisa da comScore, empresa norte-americana líder em medição de audiência na web. "Esqueça o clique", conclui o estudo.

A pesquisa, que analisou o efeito de 139 campanhas publicitárias, desafia o senso comum de muitos anunciantes que consideram os cliques como principal elemento para avaliar o resultado da publicidade.

A comScore trabalhou com dois grupos de internautas: os que não foram expostos a anúncios online (chamado grupo de controle) e os que foram (grupo de teste).

Publicidade online vai além dos cliques, dizem especialistas

Os banners online provocaram um aumento de 66,6% no número de pessoas que acessaram o site dos anunciantes, quando se comparam os grupos dos que viram e dos que não viram o banner na primeira semana de veiculação (veja gráfico abaixo).

Mesmo um tempo após o início das campanhas, o impacto dos banners continuou, segundo a pesquisa.

Considerado o período de até quatro semanas após a primeira exposição do anúncio, a publicidade online elevou as visitas ao site do anunciante em 45,7%, uma vez que 6,6% do grupo que viu o anúncio visitou o site, enquanto 4,5% do grupo que não viu a peça publicitária fez a visita.

Para entender o real efeito das campanhas pela internet, os anunciantes "precisam medir o impacto da publicidade ao longo do tempo, e não apenas imediatamente", disse ao UOL Economia o presidente do conselho e co-fundador da comScore, Gian Fulgoni.

Buscas
Os banners também aumentam as buscas pelas marcas anunciadas na web, com ferramentas como o Google.

Entre as pessoas que não foram expostas à propaganda online, 0,2% buscaram a marca do anunciante; entre as que foram, 0,3% pesquisaram, o que representa um aumento de 50% (veja gráfico).

A pesquisa chama atenção ainda para o fato de que as empresas olham pouco para o efeito das propagandas nas chamadas vendas offline, fora da web (por telefone ou direto nas lojas).

Os banners aumentaram em 27% as vendas online. Para cada 1.000 internautas que não viram anúncios, as vendas somaram US$ 994; no grupo dos que foram expostos a banners, os negócios chegaram a US$ 1.263.

No ambiente offline, os anúncios aumentaram as vendas em 16,6% (de US$ 9.905 entre os que não viram anúncios para US$ 11.550 entre os que viram).

"Eles (os anunciantes) precisam medir, também, o impacto que a propaganda na internet tem no ambiente offline, e não apenas no ambiente online", acrescenta Fulgoni.
 

    

 

Facebook anuncia serviço de compras coletivas Deals

 

Fonte: Exame

O Facebook está inaugurando seu próprio serviço de compras coletivas, o Deals. A estreia acontece apenas um dia depois de o Google lançar seu site Google Offers, outro competidor nessa próspera modalidade de comércio online, hoje liderada pelo Groupon.

Por enquanto, o Facebook Deals está em teste nas cidades americanas de Atlanta, Austin, Dallas, São Diego e São Francisco. O serviço tem a peculiaridade de funcionar integrado à rede social. Em vez de entrar num site específico, o usuário interessado nas ofertas deverá clicar numa aba que vai ser exibida na sua página no Facebook. As ofertas também devem aparecem em páginas institucionais de empresas que vendem os produtos.

O usuário vai poder ativar o recebimento de ofertas por e-mail, e terá a opção de compartilhá-las com os amigos. Nesse caso, os itens compartilhados vão aparecer entre as atualizações desses amigos. Com 600 milhões de usuários cadastrados, o Facebook deve, é claro, deixar os concorrentes mais que preocupados. Embora alguns sites de compras coletivas utilizem o sistema de autenticação do Facebook, o Deals deverá ter um nível de integração muito maior com a rede social.

Outro detalhe é que o serviço abre caminho para transformar os créditos do Facebook numa moeda virtual com uso bastante mais amplo. Hoje eles servem para a compra de bens virtuais em jogos e para coisas como a aquisição de filmes por download. Agora, os créditos poderão ser empregados também para a compra dos produtos oferecidos no Deals.

O anúncio do novo serviço não é surpresa, já que o Facebook vinha caminhando nessa direção havia algum tempo. Em novembro, a empresa anunciou um recurso que permite, a estabelecimentos comerciais, enviar ofertas ao smartphone dos clientes quando eles fazem check-in nesses lugares usando o Facebook Places. Em janeiro, esse recurso, que antes só estava disponível nos Estados Unidos, foi expandido para Canada, França, Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido.

O Facebook Deals opera em parceria com outros sites de compras coletivas americanos. A lista de parceiros é longa e inclui aDealio, Gilt City, HomeRun, KGB Deals, OpenTable, Plum District, PopSugar City, ReachLocal, Tippr, Viagogo e Zozi. Muitas das ofertas que aparecem para os usuários vêm, na verdade, desses parceiros.

 

 

Educação, Legislação e Cidadania

“Bullying, Trote & Morte”

 

por Augusto Acioli de Oliveira, economista 

 

Vez por outra surgem palavras ou expressões nos diálogos do dia-a-dia de nossas ruas que surpreendem até mesmo aqueles mais letrados ou melhor pontuados no quadro geral do grau de alfabetização da população brasileira.

 Palavras estrangeiras como cheeseburger, hot-dog, hamburger, ... incorporaram-se com rara desenvoltura e naturalidade aos diálogos de pessoas que apesar de desconhecerem suas origens lingüísticas, rapidamente, passaram a traduzir seus significados em idioma pátrio, adaptando-os, inclusive, a cardápios tupiniquins: daí, X-Burguer, X-Tudo, Dog-Tudo, Cachorro-Quente, ...  

De uns tempos para cá nossa mídia começou a dar destaque à palavra bullying, em face de seguidos problemas surgidos nas escolas do país envolvendo jovens voltados para a prática de violência em relação a colegas mais fracos, fisicamente, inseguros ou precariamente assistidos por pais, professores e autoridades.

Afinal de contas, o que este termo inglês significa?

“Bullying é uma forma utilizada para descrever-se atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (do inglês bully, "tiranete" ou "valentão") ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz (es) de se defender.” (fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre)

Chega a soar como hilário o fato de somente agora os principais noticiosos haverem começado a divulgar, com alguma insistência, algo que já vem atemorizando e coagindo escolares e cidadãos, com crescente intensidade, ao longo das 05 (cinco) últimas décadas.

Paralelamente, será que a memória popular esqueceu as famosas turmas de ruas, clubes, colégios, pitboys ... que ainda se postam na saída de festas, jogos ou aulas e esperam suas desatentas vítimas para agredi-las ou massacrá-las nas calçadas diante de transeuntes paralisados pelo medo?

Os alegados desconhecimentos de tais ocorrências, o silêncio imposto pelos mais fortes ou posturas hipócritas daqueles que deveriam zelar pela integridade física dos personagens-alvo têm contribuído para cobrir de humilhações, hematomas ou tingir com sangue, rostos, corpos e vestes daqueles que não sabem ou conseguem defender-se das retaliações promovidas por insanos.

Minha convicção de que “Bullying & Trotes” fazem parte do mesmo problema foi fortalecida ao assistir, em passado recente, uma entrevista concedida por diretor de conhecida e respeitada instituição federal de ensino informando aos jornalistas que a prática de trotes era algo que se assemelhava a uma tradição daquela Casa e que ele mesmo, seu administrador, havia passado por tal iniciação ou batismo, daí, entender o fato como de pouca importância, por ser temporário e se incorporar às memórias futuras de todos aqueles que cursarem aquele prestigiado centro de formação profissional. Obviamente, sua leitura míope sobre o assunto não alcançava ou admitia a possibilidade de que os agraciados por aquela “distinção carinhosa” poderiam estar em desacordo com tal prática.

Se alguém ainda tem dúvida de que o exercício da covardia possui limites está enganado, pois milhares de adultos guardam nas caixas-pretas de suas mentes pavorosas histórias de abusos diversos, inclusive sexuais, sofridos em colégios, clubes, condomínios, etc., a título de trotes.

Equivocam-se aqueles que imaginam que esses tipos de ocorrência somente têm lugar em centros de recuperação ou detenção de menores, delegacias policiais, penitenciárias, ...; esses locais são, tão somente, os de maior visibilidade.

Procurem informar-se e começarão a perceber que nem sempre as áreas de lazer de prédios residenciais, instituições de ensino ou agremiações esportivas são lindas e coloridas para todos aqueles que por elas circulam.

Olhem bem para uma criança de 05 (cinco) anos e, em seguida, para seus coleguinhas de 06 (seis), 07 (sete) e 08 (oito) anos e irão constatar significativas diferenças nas constituições físicas dessas 04 (quatro) faixas etárias.

Daí, um infante mal orientado em cenário doméstico pode vir a desenvolver um perfil violento e adotar posturas anti-sociais em face de seus amiguinhos provocando-lhes severas contusões, muito embora suas respectivas diferenças nominais de idade não alertem para tal possibilidade. É muito comum ouvirmos: “Não se metam: é briga de crianças!”.

O que devemos fazer então?

Educá-las, a partir da mais tenra idade para a vida em sociedade e, progressivamente, instruí-las quanto às suas responsabilidades. É óbvio que aqueles que assistem a seus pais ultrapassarem os sinais vermelhos ou aos demais carros pelo acostamento, dirigirem alcoolizados, acionarem a buzina, a todo instante e por qualquer motivo, xingarem e ofenderem aos demais motoristas, urinarem, cuspirem ou jogarem lixo nas ruas, conduzirem ferozes cães, sem focinheira, desrespeitarem os demais banhistas disputando partidas de frescobol ou participando de acintosas e irresponsáveis rodas de futebol de areia à beira-mar e no meio do público, jamais entenderão tais ocorrências como algo errado e sim, como ensinamentos a serem seguidos. Um menor que presencia familiares ofenderem-se e agredirem-se, rotineiramente, com gestos, palavras, ações ou objetos, terá muita dificuldade para absorver e neutralizar a repercussão de tais atos em sua formação cidadã.

Isso ajuda a explicar a evolução, banalização e crescimento de crimes como o bullying, trotes, etc., que nada mais são do que estágios avançados de um comportamento anti-social que agrega deformações de caráter a impunes atos de sadismo e barbárie.

Que pena deveria ser aplicada aos assassinos de um jovem calouro de uma faculdade de medicina, filho de descendentes chineses, recém-aprovado em concurso vestibular que, ao comparecer ao trote realizado nas dependências de uma universidade foi, covardemente, torturado, com requintes de crueldade, em uma piscina existente naquela unidade escolar, por colegas veteranos prestes a fazerem o Juramento de Hipócrates, performance que lhes foi permitido realizar algum tempo após o trágico episódio.

A lamentar que tais criminosos tenham conseguido diplomar-se naquela ciência, estejam livres e exercendo uma atividade profissional que se caracteriza, justamente, por salvar vidas, curar ou minorar o sofrimento daqueles que padecem enfermos, enquanto as feridas dos familiares, amigos e colegas do estudante cuja vida foi brutalmente ceifada permanecerão abertas e sangrando até o dia em que a justiça divina lavre sua sentença e corrija a imperdoável omissão da sociedade dos homens.

Embora o foco das lentes esteja, hoje, voltado somente para jovens e unidades de ensino, todos nós sabemos que em pátios ou playgrounds de condomínios, praças, ruas ou esquinas de qualquer cidade do Brasil ou de outros países, bullying, trotes, ou que nome queiram conferir a tais brutalidades, sempre estarão presentes.

Somente aqueles que viveram tais pesadelos sabem o que significa sofrer ofensas e ameaças diárias à integridade física sem dispor de meios para a elas se contrapor.

Em minha juventude eu era magro, de baixa estatura, com desempenho escolar satisfatório, e sempre procurei me relacionar bem com os demais colegas, porém, isso não me livrou de, vez por outra, sofrer ameaças de agressões patrocinadas por pessoas covardes e fisicamente mais fortes.

Essa foi a razão que me levou à prática do Judô, principalmente, para desenvolver a autoconfiança, a disciplina e o aprendizado de defesa pessoal. A partir daí, nunca mais sofri qualquer ato de confrontação que não soubesse como reagir ou a ele me opor. Passei a entender que a razão da agressividade dos outros é, justamente, causada pelo grande vazio existente em suas vidas, gerado por absoluta insegurança, pavores, angústias e situações não resolvidas que pululam em suas mentes, levando-os, inclusive, à pratica de ações capituladas no código penal, que objetivam mascarar uma realidade intestina que um simples espelho seria capaz de desnudar.

Quantos cidadãos que foram com seus familiares à praia em busca de lazer já sofreram fraturas e lesões provocadas por boladas na vista, cabeça, seios, costas, bem como pancadas desfechadas por violentas raquetadas? E o elevado número de agredidos diante de seus próximos por ousarem reclamar de tais infratores? Como devemos denominar tais situações?

Quanto ao trote, de qualquer tipo, que considero tal qual a maconha como o primeiro e transparente degrau na escala de violência entre iguais, está a merecer ações institucionais que o reprimam em seus aspectos negativos, porém, transformem sua natureza em elemento de fortalecimento das relações entre os cidadãos seja estimulando campanhas de doações coletivas de sangue a hospitais, realização de bailes para recepcionar e entrosar os calouros no cenário estudantil, tal qual aqueles promovidos nos anos cinqüenta e sessenta pelos integrantes do Diretório Acadêmico da Faculdade de Arquitetura da antiga Universidade do Brasil, situada no bairro Praia Vermelha, na Cidade do Rio de Janeiro que, não satisfeitos ainda idealizaram, projetaram e construíram o primeiro teatro de arena naquele campus, recebendo o Presidente da República Juscelino Kubitscheck e o então Magnífico Reitor, Prof. Pedro Calmon na data de sua inauguração e lá realizaram o primeiro, inesquecível e histórico show de bossa-nova no país.

É, naqueles tempos, enfrentava-se o hoje conhecido “bullying”, a violência dos trotes e outros males, com música, dança, arte cênica, cine-clubes, concursos e exposições diversas, gincanas, enfim, atividades recreativas que seguiam em paralelo à vida escolar e cujo principal objetivo era criar um clima de perfeito entrosamento comunitário.

Penso que o ponto de partida para que se possa reduzir e, progressivamente, eliminar a prática do bullying, trotes,... é através da própria sociedade constituída assumindo o papel de educar o cidadão, de forma compulsória, desenvolvendo e implantando ações institucionais que inibam a prática de atos anti-sociais, tipo: “Lei Seca” neles, andou com cachorro nas ruas sem focinheira e atestado de vacinação apreenda-se o animal e responsabilize-se o condutor; circulou pelo acostamento ou em ziguezague por rodovias e vias públicas, apreenda-se o veículo, detenha-se o infrator e aplique-se elevadas multas e severas punições; jogou frescobol, rodas de futebol de areia à beira-mar em prejuízo da circulação de banhistas, detenha-se o transgressor (es) conduzindo-o (s) à delegacia policial da jurisdição, para abertura de processo criminal, destinando-se os equipamentos assim apreendidos para doação a entidades assistenciais,...

Em outras palavras, basta aplicar o lema de nossa bandeira: “Ordem e Progresso”.

Concluo este texto apresentando minha proposição para sejam proibidos no Brasil os chamados trotes ou quaisquer atos e práticas que contribuam para humilhar, fragilizar moral ou fisicamente os cidadãos que estudam, trabalham, residem em nosso país, ou por aqui transitam. O respeito aos direitos humanos não pode continuar sendo entendido, nesta terra, como um conceito a ser aplicado somente em face de clamores pontuais e sim como um bem intangível essencial, inegociável e eterno que contemple todos os segmentos da sociedade brasileira.

 

 

 

 

Informática, Publicidade, Negócios

 

 

Presença digital: como implementar estratégias de marketing na web
Será que as empresas estão fazendo essa transição para o digital de acordo com as expectativas dos consumidores?

 

Por Geraldo Franca, www.administradores.com.br

 

Segundo estimativas do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), os investimentos em publicidade na internet devem crescer algo em torno de 25% em 2011. Dessa forma, os investimentos bateriam a casa dos R$ 1,5 bilhão e a participação da internet em relação a outras mídias - que hoje responde por pouco menos de 4,5% - saltaria para, no mínimo 6,5% do bolo total de publicidade. Isso sem levar em consideração os investimentos em links patrocinados.

No que diz respeito ao número de pessoas com acesso à internet no Brasil, o AIB está prevendo que a população de internautas chegue a pouco mais de 81 milhões frente aos 73,7 milhões do ano passado.
O crescimento da publicidade na internet aqui no Brasil é natural e irreversível, à medida que cada dia mais pessoas passam mais tempo conectadas, seja em casa, no trabalho ou pelo celular. Da mesma forma que a atenção e o tempo dos consumidores migraram para os meios digitais, é necessário também as marcas terem sua presença na internet.

Mas será que as empresas estão fazendo essa transição para o digital de acordo com as expectativas dos consumidores? As marcas estão criando estratégias consistentes para acompanhar o ritmo dessa nova geração de pessoas que buscam, cada vez mais, se conectar, participar e compartilhar informações?
Somente alocar recursos para o digital sem mudar o pensamento em relação ao comportamento do consumidor, pode fazer com que as marcas se percam na hora de fazer os investimentos. De nada adianta elas entrarem no mundo digital sem pedir licença, invadir as redes sociais e enviar mensagens indesejadas.

Sem entender as mudanças ocorridas no comportamento desse consumidor, as estratégias digitais estão fadadas ao fracasso. A solução para construir estratégias consistentes passa pelo entendimento de como esse consumidor interage e como ele manterá o relacionamento com a marca em todas as fases do processo de compra.

Atender esse consumidor nos canais corretos quando ele está buscando informações sobre o produto, exigirá das marcas a geração de conteúdo relevante. Elas também poderão estimular que o consumidor crie conteúdo, seja permitindo que ele opine e participe do processo de criação de novos produtos ou dando sugestões para melhorar os que já existem.

É preciso estar à disposição do consumidor na fase em que ele estiver em busca do produto, sem deixar que ele tenha dúvidas, pois caso contrário, ele entrará em contato com marcas concorrentes e que possuam uma presença digital mais consistente que a sua.

Após a compra, esse consumidor continuará interagindo com a marca através de opiniões próprias postadas nas redes sociais, lendo e compartilhando comentários de outros usuários ou ainda solicitando suporte online. A marca deve estar presente nessa fase, pois investir em ações publicitárias somente para vender, não dando continuidade ao relacionamento, acarretará em consumidores irritados e comentários negativos.

Vale ressaltar ainda que, independente das ferramentas que a marca esteja utilizando, falar de somente dela, sem abrir espaço para interação e feedback, pode não ser a melhor estratégia. No entanto, ao construir uma presença digital consistente as marcas passam a entender melhor como o consumidor interage e quais são suas expectativas, podendo entregar uma experiência de consumo e interatividade cada vez melhor.

Além do volume investido em publicidade na internet, o que determinará o sucesso das marcas na utilização dos meios digitais está em como elas construirão essa presença, de maneira a entregar conteúdo, entretenimento e interatividade relevantes, que vão além dos anúncios estáticos e sem interação.

Geraldo Franca - é analista de marketing da dBrain, agência especializada em marketing de canais. Contatos: geraldo@dbrain.com.br/ www.dbrain.com.br