Notícias em O melhor do bairro de Gutierrez, Belo Horizonte, MG

terça-feira, 05 de março de 2013

Jovem é morto com nove tiros no Bairro Gutierrez

A Polícia Militar já identificou um dos suspeitos do crime. A motivação do crime seria por causa do tráfico de drogas

Um homem de 20 anos foi morto no início da tarde desta quinta-feira, no Bairro Gutierrez, na Região Oeste de Belo Horizonte. A vítima, que foi atingida por nove tiros, já tem passagens pela polícia. Militares já identificaram um dos suspeitos do crime. 

A Polícia Militar foi acionada por moradores da região que ouviram os barulhos dos tiros na Rua Cachoeira de Minas. “Recebemos as informações de que havia o corpo de um jovem nesta rua. Quando chegamos o encontramos com várias munições espalhadas próximo a ele”, explica o tenente Paulo Alexandre Cabral. A perícia compareceu ao local e constatou que Adriano Jesus Ferraz foi atingido por nove disparos. “Os tiros pegaram em todas as partes do corpo. Braços, pernas e tórax. A principal suspeita é de execução em situação pelo tráfico. Ou foi queima de arquivo ou problemas relacionados a dívidas”, diz Cabral. 

Um dos suspeitos do crime já foi identificado pelos militares. “Conseguimos informações que levam até uma pessoa. Não podemos divulgar o nome para não atrapalhar nas investigações. Já estamos no encalço dele”, conta o tenente. 

A rua, que se localiza próxima a Avenida Raja Gabáglia, teve de ser fechada. Por causa disso, um longo congestionado se formou na região. Depois do trabalho da perícia, o trânsito foi liberado. O corpo será encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Chá de Bebê em Belo Horizonte

 

Era uma Casa

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Com sofisticação, elegância e muita criatividade, a Era uma Casa desenvolve produtos  personalizados para quartos de bebês. Trabalhamos sob encomenda, o que proporciona ao cliente e também ao arquiteto, uma perfeita harmonia entre nossas peças e seu ambiente.

 
Estamos localizados no Belvedere, atendendo toda Belo Horizonte. Recebemos clientes em nosso showroom com horário marcado, lá se encontram expostos, além de produtos feitos em nosso ateliê, uma linha de mobiliário diferenciada, compatível com as peças da Era uma casa.
 

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Mobiliário
 

 

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Vereador de BH ameaça ir à Justiça para deixar partido por justa causa

 

 

 

Exigência feita pelo PSDC para contratação de pessoal de gabinete deixou Elvis Côrtes indignado

 (Reprodução Youtube/Jornal da Câmara)  
Exigência feita pelo PSDC para contratação de pessoal de gabinete deixou Elvis Côrtes indignado



Interessado em abandonar o PSDC e ir para o PR, o vereador de Belo Horizonte Elvis Côrtes arrumou um bom motivo para conseguir se desfiliar do seu partido sem perder o mandato. A legenda enviou a ele uma notificação determinando que os funcionários comissionados de seu gabinete pertençam aos quadros do PSDC. Com isso, o partido ganha 5% do salário de cada servidor – o parlamentar tem direito a R$ 42.661 para contratar até 15 funcionários. O vereador garantiu que vai recorrer ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) para sair do partido por justa causa. Caso consiga, ele mantém a cadeira na Câmara Municipal. 


Côrtes publicou ontem à tarde em seu perfil no Twitter a “notificação extrajudicial”, assinada pelo tesoureiro-geral da Executiva Estadual do PSDC-MG, Eduardo Ferreira de Souza, que diz: “Todos os cargos do gabinete de livre nomeação por Vossa Excelência deverão ser ocupados por filiados a esta agremiação político-partidária, nos termos estatutários, devendo ser comunicado a este órgão partidário estadual os cargos ocupados, dados gerais dos ocupantes, e data de filiação”. 

Além disso, no documento, o tesoureiro cobra do parlamentar, também remetendo ao estatuto, 5% de seu salário. Em caso de desobediência, o texto diz que “o notificante terá direito a instaurar procedimento administrativo disciplinar”. Eduardo Souza afirmou que só vai falar sobre o assunto depois de tomar conhecimento da notificação publicada pelo vereador na internet. 

“Partidos que têm donos não são partidos, são empresas! O PSDC está coagindo servidores do meu gabinete a se filiarem”, escreveu Elvis Côrtes no microblog. Ele afirmou à reportagem que tem interesse de se transferir para o PR. “O primeiro passo é tentar a justa causa. Se eu conseguir, como sou do grupo político do secretário Léo Portela e do deputado Lincoln Portela, irei para o PR”, observou. 

O deputado federal Lincon Portela é líder do PR na Câmara dos Deputados e seu filho, Léo Portela (PR), é subsecretário de Relações Institucionais do governo de Minas e presidente municipal da legenda. Côrtes é novato na Câmara Municipal. Além dele, representa o PSDC no Legislativo da capital mineira o vereador Juliano Lopes. 

Memória

Outro caso


Reportagem do Estado de Minas publicada em outubro de 2011 mostrou que o PSL também determina que todos os ocupantes de cargos nos gabinetes dos parlamentares que integram a legenda se filiem ao partido, conforme resolução interna aprovada em 2010. A direção do partido em Minas exige também que dois cargos de livre nomeação dos parlamentares sejam ocupados por pessoas indicadas pela comissão executiva da direção do PSL no estado. Na época, consultado por um filiado do PSL, o advogado Mauro Bonfim, especialista em direito eleitoral, alegou que a resolução é inconstitucional, pois fere o direito de liberdade de associação de todo cidadão a partido político.

 

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Preço da carne sobe 1,18% e supera inflação

  Preço da carne sobe 1,18% e supera inflação

No início da entressafra, arroba do boi está cerca de 20% mais cara do que no mesmo período de 2010. Comércio tenta segurar alta, mas produto aumentou 1,18% este mês

Depois de um refresco no bolso do consumidor nos últimos quatro meses, a carne de boi, conhecida vilã dos preços no ano passado, volta a pressionar os custos dos frigoríficos e bate às portas do varejo às vésperas da chegada para valer da estação que seca o pasto e encarece as despesas nas fazendas. Os frigoríficos pagaram esta semana R$ 90 a R$ 91 pela arroba do boi gordo, quase o mesmo valor médio de abril (R$ 95), que já havia representado um aumento de 25% sobre a cotação do mesmo mês do ano passado, de R$ 76.

O aumento antes do esperado já foi sentido nos açougues e supermercados, que na guerra para não repassar reajustes para os consumidores e correr o risco de perder vendas, estão esticando a corda na negociação com os frigoríficos. Mesmo com essa resistência do varejo, os preços da carne bovina encareceram 1,18%, em média, na primeira semana de maio, portanto superando a inflação de 0,98% medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), retrato dos gastos das famílias com renda entre um e 40 salários mínimos em Belo Horizonte. A alta foi observada na primeira prévia da inflação de maio, apurada pela Fundação Ipead, vinculada à UFMG, e serve de alerta ao consumidor para o comportamento dos preços na entressafra.

O custo da arroba do boi, diferentemente do que se poderia esperar, já veio alto da temporada da safra, apesar das chuvas fartas, bons pastos e, portanto, mais facilidade para engorda dos bois. Os supermercados avisam que vão jogar duro com a indústria, porque não estão dispostas a perder vendas, segundo o superintendente da Associação Mineira de Supermercados (Amis), Adilson Rodrigues. “Daqui para frente as negociações engrossam com os frigoríficos. Os supermercados têm de negociar bem agora para garantir vantagens e repassá-las ao consumidor mais à frente”, diz.

Jogo de empurra O presidente da Associação de Frigoríficos de Minas Gerais, Espírito Santo e Brasília (Afrig), Sílvio Silveira, dá o troco e vai logo sustentando que nas atuais condições da oferta e da procura das carnes em geral, não há porque imaginar um cenário de alta dos preços no varejo. “Ninguém tem bola de cristal. A carne barateou neste ano e há opções boas das carnes suína e de frango. Ela está cara é no supermercado”, diz. Embora bem superior a abril do ano passado, o valor da arroba do boi é, de fato, menor do que em novembro, quando atingiu o pico de R$ 103 em Minas, de acordo a área técnica da Federação da Agricultura e Pecuária do estado (Faemg).

Adilson Rodrigues, da Amis, pondera que os preços da carne nos supermercados baratearam 4% de janeiro a abril. Pesquisa feita pela Scot Consultoria, especializada em agronegócio, constatou redução média de 13% dos preços da carne bovina no varejo em Minas desde janeiro. O analista de agronegócios da Faemg, Rodrigo Padovani, observa que no caso das cotações do boi gordo elas ainda se mantiveram em patamares elevados. “Esse ainda é o reflexo da falta do bezerro, que não dá para criar da noite para o dia”, diz.

Segundo o superintendente de Marketing da Associação Brasileira dos Criadores de Zebus (ABCZ), o pecuarista e zootecnista João Gilberto Bento, o que manda na valorização da arroba é o mercado: a lei da oferta e da procura. Ele lembra que em 2006 e 2007 o preço da arroba ficava perto de R$ 50. Os produtores de gado de corte começaram a ter prejuízo, ficaram desestimulados e diminuíram o plantel. Houve um grande abate de matrizes. E o reflexo é visto agora, com a redução do número de bezerros para engorda e para o abate.

Consumido dita preços

A valorização dos preços no atacado ainda ganhou força com o aumento do consumo, uma vez que as classes C, D e E, passaram a inserir a carne bovina de cortes mais nobres, como picanha e filé, com mais frequência no cardápio e nos churrascos de fim de semana. O consumo é que vai ditar o ritmo de evolução dos preços no varejo, para o analista e zootecnista Alex Lopes da Silva, da Scot Consultoria. “O único termômetro do varejo é o consumo. O varejista sempre trabalha com margens mais altas (diferença entre o que paga ao frigorífico e o preço de venda ao consumidor) e consegue absorver parte da alta para estimular o consumidor”, afirma. Carlos Ferreira Rocha, gerente comercial do Frigorífico Uberaba, com 30 lojas na Grande BH, afirma que o trabalho da empresa será, mesmo, de conter repasses ao consumidor.

“O mercado não comporta preços ainda mais altos. No varejo, a carne de boi ainda está 15% mais cara em comparação ao ano passado”, diz Wanderley Ramalho, diretor adjunto da Fundação Ipead, alerta para o componente especulativo das remarcações de preços e o papel do consumidor para regular o mercado. “Há pressões, sim, mas nada fora de controle. O consumidor tem o papel crucial de rejeitar aumentos e substituir o produto por opções mais baratas”, afirma. Pedro Ivo Viana, dono de uma das três lojas do Frigorífico Montalvânia, diz que não interessa ao comércio a volta da aceleração dos preços da carne observada no ano passado.

Fonte: http://www.em.com.br  

 

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