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terça-feira, 22 de agosto de 2017

Aplicativo para transporte público de Florianópolis tem previsão de deslocamento de linhas executivas

Ferramenta deve incluir ônibus convencionais até final do ano, diz prefeitura.

 

Aplicativo vale para ônibus executivos, por enquanto (Foto: Canasvieiras Transportes/Divulgação)

Aplicativo vale para ônibus executivos, por enquanto (Foto: Canasvieiras Transportes/Divulgação)

Foi lançado nesta segunda-feira (21) o aplicativo "Floripa no ponto", que informa a rota e a previsão de deslocamento das linhas do transporte coletivo de Florianópolis. Por enquanto, a ferramenta tem informações sobre os ônibus executivos. Porém, as linhas convencionais devem ser incluídas até o final do ano, afirmou a prefeitura.

O aplicativo pode ser baixado nas lojas Google Play e App Store. Também há uma versão para web neste site.

De acordo com a prefeitura, todos os ônibus do transporte coletivo da capital possuem GPS. Porém, segundo o secretário de Transportes e Mobilidade Urbana, Marcelo Roberto da Silva, ainda há locais sem sinal e com muitos acessos, que precisam ser analisados. “São poucas áreas com problemas, por isso primeiro vamos testar com as linhas executivas e aperfeiçoar para, em 30 dias, incluir no serviço convencional", disse o secretário.

“Além de estarmos alinhados à tecnologia, esse é um ganho significativo para o usuário, porque oferece mais informação, reduzindo o tempo de espera do passageiro no abrigo de ônibus", afirmou o prefeito, Gean Loureiro (PMDB).

Monitoramento

Nesta segunda, também foi inaugurado o Centro de Controle Operacional (CCO), uma central integradas com imagens de câmeras dos terminais, ônibus e de monitoramento da cidade. A construção desse espaço é uma contrapartida do processo licitatório vencido pelo Consórcio Fênix, que opera o transporte pública na capital.

A central fica em Capoeiras. Nela, as secretarias de Segurança Pública e de Transportes e Mobilidade Urbana vão atuar em conjunto no monitoramento das câmeras. Segundo a prefeitura, elas estão presentes em 45% da frota do transporte coletivo.

Através de um convênio com o governo do estado, estarão disponíveis na central imagens de mais de 300 câmeras da cidade. Elas ficarão armazenadas por 60 dias, conforme a prefeitura.

Fonte: G1 SC

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Greve geral de sexta, 28/4, deve ser a maior da história

Em Santa Catarina, mais de 40 entidades participam do Fórum de Lutas em Defesa dos Direitos. Transporte coletivo deve aderir

Mais de 40 entidades sindicais ou associações profissionais, que representam tanto os trabalhadores da iniciativa privada, quanto do setor público, participam da mobilização para a greve geral que está programada para esta sexta-feira, 28/4, em todo o Brasil. A pauta é essencialmente voltada contra as reformas pretendidas pelo governo de Michel Temer, em especial a previdenciária e a trabalhista. As entidades, agrupadas no Fórum de Lutas em Defesa dos Direitos, representam diferentes tendências, ou seja, seus seguidores têm formação política de centro, centro-esquerda e esquerda. Mas há também os independentes, cuja orientação é meramente técnica ou profissional, que aderiram ao movimento em função das ameaças reais representadas pela política neoliberal da equipe de Temer. As duras medidas contra os trabalhadores já se mostraram ineficazes na Argentina e em inúmeros países europeus, como Portugal, Espanha e França. A consequência mais amarga foi o desemprego, a desvalorização dos salários e pensões que resultou na brutal queda do consumo.
Num levantamento rápido, realizado nesta segunda-feira, 24/4, é possível detectar forte adesão de sindicatos e associações dos maiores municípios catarinenses, como Florianópolis, Blumenau, Joinville, Chapecó, Lages, Criciúma, Tubarão, Itajaí, entre outros. 
Na Capital, a exemplo de outras grandes cidades brasileiras, é aguardada a participação dos trabalhadores do transporte coletivo. Nesta segunda-feira a informação é de que o sistema será paralisado a partir da zero hora de sexta-feira. Sem transporte coletivo, a tendência é de que a greve geral seja a mais significativa da história nacional. Coincidentemente, em julho deste ano completam-se 100 anos da primeira e maior greve geral já ocorrida no Brasil. Foram greves como a de 1917 que resultaram, quase três décadas depois, na edição da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), instrumento fundamental para garantir os direitos mais fundamentais dos trabalhadores. CLT que o governo de Temer começou a revogar quando editou a lei que liberou as terceirizações em todos os tipos de atividades, inclusive públicas.
 
quinta-feira, 27 de abril de 2017

Prefeitura de Florianópolis divulga esquema de transporte alternativo para sexta-feira (28)

A Prefeitura de Florianópolis divulgou nesta quarta-feira (26) um esquema de transporte alternativo para a próxima sexta (28), quando está prevista uma greve dos ônibus na cidade. Serão colocados nas ruas veículos de turismo, vans e ônibus escolares.
 
De acordo com a prefeitura, os veículos de turismo vão circular durante todo o dia. Já os carros de transporte escolar estarão disponíveis nos intervalos entre entradas e saída de alunos: das 8h30 às 10h30 e das 14h às 16h, e também à noite, das 20h às meia-noite.
 
As passagens vão custar R$ 5 para o transporte na região central da ilha e no continente, e R$ 7 nos demais trajetos.
 
Confira os trajetos:
 
Saída do Centro para os bairros
 
Para Norte e Leste da Ilha: os veículos vão sair da região da passarela próxima às Casas da Água.
 
Para o Sul da Ilha e Continente: a saída será em frente ao Terminal Rita Maria.
 
Para Trindade, UFSC, Pantanal e Saco dos Limões: saída em frente ao Terminal de Integraçao do Centro (Ticen)
 
Saída dos bairros para o Centro
 
Continente: Abraão via Coqueiros, Canto (no Estreito), Jardim Atlântico, passando pela Rua Santo Saraiva e Avenida Ivo Silveira no bairro de Capoeiras.
 
Sul da Ilha: Ribeirão, Tapera, Pântano, Armação, Campeche e Aeroporto.
 
Leste: Barra da Lagoa e Lagoa da Conceição.
 
Norte: Ponta das Canas, Canasvieiras, Rio Vermelho, Ingleses e Santinho.
 
Região Central: Trindade, UFSC, Pantanal, Saco dos Limões.
 
quinta-feira, 27 de abril de 2017

A três dias do prazo, confira documentos necessários para declarar Imposto de Renda

Os contribuintes que perderem o prazo estarão sujeitos ao pagamento de multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido

Mais de 16 milhões de declarações de Imposto de Renda foram recebidas pela Receita Federal até segunda (24). A expectativa é que 28,3 milhões de contribuintes entreguem o documento até o fim do prazo, na próxima sexta-feira (28).
 
O programa gerador da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física está disponível no site da Receita Federal - Agência Brasil/Divulgação
 
 
A Receita alerta que os contribuintes que perderem o prazo estarão sujeitos ao pagamento de multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido.
 
O programa gerador da declaração está disponível no site da Receita Federal. A declaração do Imposto de Renda é obrigatória para quem recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano passado.
 
Caso você tenha que declarar Imposto de Renda, é importante reunir os documentos necessários para fazer a declaração.
 
Apesar de nenhum comprovante ser anexado no programa do IRPF, é bom ter os seguintes documentos em mãos (ou pelo menos cópias):
 
– Cópia da declaração do IR de 2016, impressa, arquivada na memória do computador, gravada em CD ou em pen drive
 
– Título de Eleitor para o contribuinte que for declarar pela primeira vez Informes de rendimentos recebidos das fontes pagadoras (no caso de assalariados)
 
– Cópias de recibos/notas fiscais fornecidos a pacientes/clientes (no caso de autônomos)
 
– Livro-caixa, no caso de autônomos
 
– Informe de rendimentos do INSS (no caso de quem recebe benefícios previdenciários) ou de entidades de previdência privada
 
– Informes de rendimentos financeiros fornecidos por bancos
 
– Informes de pagamento de contribuições a entidades de previdência privada. É preciso nome e CNPJ da entidade
 
– Recibos/carnês de pagamento de despesas escolares dos dependentes ou do próprio contribuinte. É preciso nome e CNPJ dos estabelecimentos de ensino
 
– Recibos de aluguéis pagos/recebidos em 2016
 
– Nome e CPF dos beneficiários de despesas com saúde, como médicos, dentistas e psicólogos
 
– Nome e CNPJ dos beneficiários de pagamentos a pessoas jurídicas, como hospitais, planos de saúde, clínicas de exames laboratoriais, entre outros
 
– Nome e CPF de beneficiários de doações/heranças e respectivo valor
 
– Nome e CPF dos dependentes maiores de 14 anos, completados até 31 de dezembro de 2016. Para os menores de 14 anos, não é preciso indicar o CPF
 
– Nome e CPF de ex-cônjuges e de filhos para comprovar o pagamento de pensão alimentícia
 
– Dados do empregado doméstico com os recolhimentos das contribuições ao INSS. É preciso nome, CPF e NIT do empregado e o valor total pago em 2016
 
– Escrituras ou compromissos de compra e/ou venda de imóveis, terrenos, adquiridos ou vendidos em 2016
 
– Documento de compra e/ou venda de veículos em 2016, além de marca, modelo, placa e nome e CPF/CNPJ do comprador ou do vendedor
 
– Documento de compra de veículos ou de bens por consórcios em 2016 Documentos sobre rescisões trabalhistas, com valores individualizados de salários, férias, 13º salário, FGTS, entre outros.
 
Restituição
 
A Receita Federal pagará a restituição do Imposto de Renda Pessoa Física 2017 em sete lotes, entre junho e dezembro deste ano. O primeiro lote sairá em 16 de junho, o segundo em 17 de julho e o terceiro em 15 de agosto. O quarto, quinto e sexto lotes serão pagos, respectivamente, em 15 de setembro, 16 de outubro e 16 de novembro. O sétimo e último lote está previsto para ser pago em dezembro.
 
Ao fazer a declaração, o contribuinte deve indicar a agência e a conta bancária na qual deseja receber a restituição. Idosos, pessoas com deficiência física, mental ou doença grave têm prioridade para receber a restituição.
 
quinta-feira, 20 de abril de 2017

Defensoria Pública requer na Justiça conclusão do centro cirúrgico do Cepon em 90 dias

A Defensoria Pública da União ajuizou uma ação civil pública em que reivindica a conclusão da ala cirúrgica do Cepon (Centro de Pesquisas Oncológicas) em até 90 dias. O prazo valeria também para a entrega da unidade de terapia intensiva, do centro de material esterilizado e da necropsia do Cepon. O pedido é para que seja apresentado imediatamente um cronograma definitivo para conclusão das obras.
 
O defensor regional de Direitos Humanos, João Panitz, requer ainda que os gestores públicos responsáveis sejam multados pessoalmente caso a data limite seja ultrapassada. Ele  destaca que há prejuízo para a prestação de assistência a pessoas com câncer em todo o Estado, pois o Cepon é referência no tratamento da doença. A unidade, de acordo com a ação, “não tem condições de diagnosticar o câncer, somente aceitando pacientes que previamente tenham passado por outros hospitais”.
 
Panitz afirma que a rede de assistência hospitalar da região, inclusive o Hospital da Universidade Federal de Santa Catarina, fica sobrecarregada por ter que atuar no diagnóstico prévio e em eventuais internações para cirurgias e unidades de terapia intensiva.
 
Segundo a Defensoria, a Fahece (Fundação de Apoio ao Hemosc/Cepon), que administra a unidade, enviou documentos  que afirmam não haver atraso no repasse de verbas. Mediante a isto, o defensor afirma que a situação “leva à conclusão que o problema é de gestão”, conforme o defensor.
 
A DPU requer uma decisão liminar sobre a ação, devido à urgência de tratamento que a doença demanda. “Já há considerável dano à coletividade de usuários, razão pela qual não é possível esperar todo o trâmite da ação civil pública”, conclui Panitz. Na ação, é solicitado ainda o agendamento de uma audiência para tentativa de conciliação, com a presença da sociedade civil organizada, a exemplo da Associação Brasileira de Portadores de Câncer (Amucc).
 
O defensor João Panitz vistoriou as obras do centro cirúrgico do Cepon no ano passado, em ação nacional em referência ao Outubro Rosa e ao combate ao câncer de mama. Na ocasião, ele havia indicado a possibilidade de ajuizamento de ação civil pública caso as obras não avançassem em ritmo apropriado. “Não foi difícil concluir que havia muito por fazer. E há grande pressão popular para pronta conclusão da obra”, afirma o defensor.
 
Procurada pelo ND, a assessoria de imprensa da Fahece informou que a instituição não foi notificada oficialmente sobre esta ação, mas ressaltou que as obras seguem normalmente, obedecendo o cronograma. Apesar das paralisações em 2015 e problemas em 2016, a situação, segundo a Fahece, já está reguralizada e com verba garantida para a conclusão das obras, previstas para o fim do primeiro semestre deste ano. 
 
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