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Notícias em O melhor do bairro de Jardim Social, Curitiba, PR

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Inauguração da Diremar Peças e Serviços no dia 22 de Abril de 2015

O Jardim Social irá ganhar uma nova  Loja da Diremar, que será inaugurada no dia 22 deste mês.

A Diremar Peças e Serviços é especializada na instalação e manutenção de Direção Hidraúlica no Jardim Social em Curitiba, a empresa conta com grande experiência no setor, pois opera a diversos anos em  sua matriz.

A Diremar irá inaugurar a sua nova unidade na Rua Fagundes Varela, esquina com a Gustavo Rattman, vale a pena conhecer pois quem sabe o que faz, sempre faz melhor e o seu custo é sempre mais em conta.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Empresas tem até segunda-feira para se adequar ao Marco Civil da Internet

Segundo o advogado Rafael Maciel, informações sobre as novas regras deverão ser expostas de forma explícita aos usuários

A aprovação do Marco Civil da Internet em abril deste ano gerou inúmeras discussões acerca dos termos de regulamentação do uso da internet. Para uns, essa espécie de constituição brasileira da web tem seus defeitos, com ambiguidades que serão definitivas para mudanças negativas aos usuários e provedores. Já outros enxergam o texto como um grande passo positivo, com vários pontos que podem passar a ser cobrados pelo usuário em prol da liberdade de expressão, privacidade e segurança.

Divergências à parte, de uma maneira ou de outra, as empresas terão até a próxima segunda-feira (23/6) para adotar as políticas de uso determinadas pela lei. De acordo com o advogado e professor de direito digital Rafael Maciel, embora a aprovação do Marco Civil tenha sido bastante divulgada, muitos profissionais e empresas que atuam na Internet não se preocuparam ainda com a necessidade de adequação às novas regras, sobretudo em relação aos termos de serviço e políticas de privacidade. “Estas precisam ser revistas com urgência, antes do prazo de entrada em vigor, para evitar multas”, destaca Maciel.

O advogado acrescenta que as informações sobre as novas regras deverão constar de forma explícita nas páginas que as coletam para conhecimento dos usuários. O descumprimento quanto à publicidade e clareza das políticas de uso poderá ser avaliado pelo Procon e pelo Ministério Público (MP).

Maciel explica que o artigo 11º do Marco Civil prevê que todas as empresas atuantes em território nacional devem cumprir a legislação local quanto ao tratamento de registros eletrônicos e dados cadastrais. As empresas, ainda que de origem estrangeira, que desejem permanecer prestando serviço aos brasileiros, também deverão se adequar às novas regras.

O que muda? – Os cinco pontos principais do Marco Civil da Internet

Neutralidade: garante que os provedores não podem interferir de forma deliberada na velocidade da internet. Isso na prática serve para não deixar que provedores façam acordos com determinados sites para carregá-los mais rápido, prejudicando algum concorrente. Eles poderão continuar a diferenciar seus pacotes por velocidade, mas não por tipo de conteúdo. Os provedores não poderão bloquear o acesso a determinados serviços e aplicativos, assim como vender pacotes segmentados por conteúdo.

Privacidade: Segundo Marco Civil, o direito a sigilo dos internautas é garantido, podendo ser quebrado somente por meio de uma ordem judicial. Se assim for, as empresas de internet podem vasculhar dados pessoais e repassá-los a terceiros. Fim de marketing dirigido.

Qualidade de serviço: O Marco Civil estabelece que apenas a falta de pagamento pode ser usada como razão para o corte de conexão de um usuário. O texto estabelece ainda que os provedores de acesso devem fornecer informações claras nos contratos, incluindo detalhes sobre proteção de dados pessoais.

Exclusão de conteúdo: A exclusão de conteúdo em sites, blogs, redes sociais, que algum usuário entender como ofensivo, será estabelecida por meio de ordem judicial. O usuário ainda pode pedir a exclusão para o site, mas ele só será obrigado a remover em caso de ordem judicial, podendo se punido se não o fizer. Anteriormente, o provedor era punido se descumprisse ordem administrativa – ou seja, era punido se não removesse conteúdo pedido por algum usuário. A exceção é no caso de pornografia. Se alguém divulgar fotos íntimas de outra pessoa, os provedores serão obrigados a retirar o conteúdo do ar assim que receberem uma notificação da pessoa envolvida ou de seu representante legal.

Armazenamento de dados: Empresas de telecomunicações terão que guardar dados de seus usuários por um ano, enquanto provedores, como Google, Twitter e Facebook, tem que armazená-los por pelo menos seis meses. Diversas empresas já fazem isso, e o Marco Civil só torna obrigatório.

Fonte: Marcelo Gouveia - http://www.jornalopcao.com.br/ultimas-noticias/empresas-tem-ate-segunda-feira-para-se-adequar-ao-mar...

Fernanda F.

Publicado por Fernanda F.

Graduanda em Direito, Mestre em Hospitalidade, Pós Graduada em Gestão de Empresas, Bacharel em Aviação Civil. Adoro viajar, aprender novos...

 

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Bug: Apple pede que usuários afetados troquem as senhas

Bug: Apple pede que usuários afetados troquem as senhas

Por Redação Olhar Digital - em 28/05/2014 às 12h35

apple virus hacker


Após usuários australianos de iPhones terem seus dispositivos travados remotamente e recebido pedidos de resgate de até US$ 100, a Apple pediu que as pessoas troquem imediatamente a senha de sua Apple ID.

Segundo o especialista em segurança de TI Troy Hunt, a causa mais provável é que um vazamento de informações de outra empresa tenha comprometido os dados de usuários e os afetados sejam aqueles que reutilizam as mesmas senhas entre diferentes sites.

A resposta da Apple, em seu site oficial, foi: "Levamos a segurança muito a sério e a iCloud não foi comprometida durante este incidente. Usuários afetados devem trocar a senha de sua Apple ID imediatamente e evitar usar as mesmas senhas e nomes de usuário em múltiplos serviços."

Embora o caso não tenha ocorrido no Brasil, fica a mesma recomendação: não utilizem a mesma senha para diversos serviços, ou o vazamento de dados em um deles pode comprometer todos os outros.

sábado, 24 de maio de 2014

Palavras ligadas à Copa do Mundo agora pertencem à Fifa

Quase 200 termos e expressões são de uso exclusivo da entidade e dos patrocinadores

22 de maio de 2014 | 7h 05
 
Jamil Chade - Correspondente - O Estado de S. Paulo

GENEBRA - Além de estádios e Centros de Treinamento espalhados pelo Brasil afora, a Fifa agora controla até mesmo a língua portuguesa. Quase 200 palavras e expressões somente poderão ser usadas para fins comerciais com a autorização da Fifa ou da CBF que, para liberar o uso, cobram verdadeiras fortunas. Até o nome do Brasil ligado ao ano de 2014 virou propriedade da Fifa. Já a palavra seleção pertence à CBF. O controle é tão grande que, para usar o nome Copa do Mundo para se promover, o governo brasileiro teve de pagar cerca de R$ 20 milhões à Fifa.

Brasileiros já estão no clima da Copa do Mundo - Bruno Kelly/Reuters
Bruno Kelly/Reuters
Brasileiros já estão no clima da Copa do Mundo
 

O registro desses termos e palavras tem como meta proteger os patrocinadores, que, em troca do direito exclusivo de usar esses termos e associar sua imagem à da Copa, pagaram à Fifa mais de US$ 1 bilhão (R$ 2,2 bilhões), um valor recorde na história da entidade.

A prática de registrar nomes e expressões não é nova. A Fifa chegou a montar uma patrulha durante os Mundiais de 2006 e 2010 para vistoriar as áreas próximas aos estádios e, dessa maneira, garantir que nenhuma marca fosse mostrada além das de seus patrocinadores. O Comitê Olímpico Internacional (COI) também adotou medidas draconianas por ocasião dos Jogos de Londres, em 2012, impedindo até mesmo que padarias imitassem os anéis olímpicos em seus pães.

Entretanto, no Brasil essa atitude ganhou uma dimensão inédita. A Fifa fechou um acordo com o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) para garantir um controle total sobre os nomes e expressões registrados e praticamente transformou a agência estatal em seu cartório particular.

Ao contrário do que o sentido comum poderia indicar, o Mundial que será disputado a partir do dia 12 de junho não é do futebol, mas da Fifa. Aliás, o nome oficial do evento é Copa do Mundo da Fifa, indicando claramente que existe um proprietário do Mundial.

A lei que tornou propriedade exclusiva da Fifa e da CBF uma série de termos corriqueiros relacionados ao futebol inclui ainda todos os nomes das sedes seguidos pelo ano de 2014. Assim, "Natal 2014", "Rio 2014" ou "Manaus 2014" só podem ser usados pelos anunciantes.

Nem mesmo o governo brasileiro está autorizado a usar o termo "Brasil 2014". Só a Fifa pode determinar quem tem o direito de usar esses termos em publicidade e produtos, ou mesmo em vitrines de lojas. Palavras que pouca ligação têm com o futebol, como pagode, acabaram sendo incluídas na lista da Fifa - há dezenas de casos ainda em disputa judicial.

A taça do Mundial também foi registrada e apenas os patrocinadores do evento podem utilizar a imagem do troféu mais cobiçado do planeta para promover as suas marcas.

A CBF, por sua vez, possui o direito exclusivo sobre termos como "seleção brasileira de futebol" e "seleção brasileira", ou simplesmente a palavra seleção. Até um pássaro entrou no esquema: "seleção canarinho" também é uma expressão de uso exclusivo da entidade.

PATROCINADOR 
O controle sobre o evento pela Fifa levou o governo a tomar uma atitude que surpreendeu até mesmo integrantes da administração federal. Para ter o direito de promover o País e suas exportações no exterior ao lado dos símbolos e termos da Copa do Mundo, o governo foi obrigado a se transformar em patrocinador do torneio.

O meio encontrado para isso foi fechar um acordo entre a Fifa e a Apex (Agência para a Promoção das Exportações), que custou aos cofres públicos R$ 20 milhões. Assim, o governo pode usar a Copa para se promover, trazer seus convidados, montar balcões nos estádios e ainda utilizar o logotipo da Copa. Tudo isso em território nacional, território que, por pouco mais de um mês, ficará sob o controle exclusivo da Fifa.

terça-feira, 06 de maio de 2014

Campanha de vacinação contra a gripe vai até sexta-feira.

Campanha de vacinação contra gripe vai até sexta-feira

 
05/05/2014 14:44:00
 
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As pessoas que fazem parte do público-alvo da Campanha Nacional de Vacinação e que ainda não receberam a dose contra a gripe têm até a próxima sexta-feira (09) para procurar uma das 109 unidades de saúde em Curitiba e tomar a vacina. Na capital, mais de 210 mil pessoas se vacinaram desde o início da campanha.

Os grupos prioritários para receber a vacina foram definidos pelo Ministério da Saúde de acordo com os riscos de evolução do quadro gripal. Fazem parte desses grupos crianças – entre seis meses e 4 anos, 11 meses e 29 dias –, gestantes, pessoas com 60 anos ou mais, mulheres até 45 dias após o parto (em puerpério), indígenas, pessoas privadas de liberdade, profissionais de saúde, além de pessoas portadoras de doenças crônicas. Entre estes grupos, 180.455 pessoas receberam a vacina,  em um total de 58,21% da meta nesses grupos.

Dentro das metas para cada um dos grupos vulneráveis (80% desses públicos) e que são contabilizados, a previsão é vacinar aproximadamente 160 mil pessoas com 60 anos ou mais de idade; 81 mil crianças com idade de seis meses a menores de cinco anos (30 mil de seis meses a dois anos e 51 mil de dois a menores de cinco anos); 15 mil gestantes e 2,5 mil mulheres que tiveram filhos nos últimos 45 dias.

Entre as puérperas, a meta foi atingida na sexta-feira (02), com 2.521 mulheres vacinadas, o equivalente a 81% desse público. A diretora do Centro de Epidemiologia da Secretaria, Juliane Oliveira, disse que ainda é preciso uma maior conscientização das gestantes, portadores de doenças crônicas e das mães de crianças menores de cinco anos, que até agora são os grupos que menos aderiram à vacinação. “São grupos vulneráveis às complicações da gripe por não estarem com o sistema imunológico funcionando em sua total capacidade. É importante que eles recebam a vacina, que reduz consideravelmente os problemas resultantes de uma gripe e de outros problemas respiratórios”, disse.

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