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terça-feira, 24 de junho de 2014

Canadá manda Google remover links

Decisão ocorre um mês após veredicto similar da União Europeia

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Canad manda Google remover links em buscas de todo o mundo

Google deve recorrer de decisão que obriga retirada global de links (Justin Lane/EFE)

O Google anunciou que vai recorrer de uma decisão da Justiça do Canadá que obriga a empresa a remover links de seus resultados de busca em todo o mundo. O episódio traz à tona preocupações sobre a remoção de conteúdos, despertadas por similar no mês passado por decisão da União Europeia

A decisão da Suprema Corte da Columbia Britânica, publicada na última sexta-feira, é resultado de uma disputa legal entre duas empresas canadenses. De acordo com o jornal New York Times, a Equustek Solutions fabrica um dispositivo para permitir a interoperabilidade entre diferentes softwares. Os produtos eram vendidos pela Datalink, que emprestava sua marca aos produtos.

Após o rompimento da parceria, a Datalink teria roubado os projetos da Equustek e criado uma cópia do dispositivo, que agora é vendida por meio da internet. A empresa prejudicada conseguiu uma ordem judicial para banir as vendas da Datalink, mas os fundadores deixaram o Canadá e a localização da nova sede da empresa é desconhecida.

O Google passou a, voluntariamente, retirar os links para os produtos da Datalink dos resultados de busca no Canadá. Na semana passada, porém, novas evidências mostraram que a Datalink adota novos endereços de site, similares ao original, toda vez que os links são bloqueados. “Sites da web podem ser gerados automaticamente, resultando em um jogo sem fim, com a Equustek identificando novas URLs e o Google excluindo-as”, escreveu a juíza canadense Lauri Ann Fenlon, na decisão.

Para resolver o problema, a juiza decidiu pedir o bloqueio dos links relacionados à Datalink em todo o mundo, algo sem precedente no Canadá. Em entrevista ao jornal, Michael Geist, professor de direito da Universidade de Ottawa, afirmou que decisões como essa podem motivar conflitos entre nações e prejuízos à liberdade de expressão.

Em comunicado, o Google afirmou “estar desapontado com essa decisão e que pretende recorrer à Corte de Apelação da Columbia Britânica”. Segundo especialistas consultados pelo jornal, o efeito global da ordem provavelmente será anulado quando o Google recorrer à Justiça.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/canada-manda-google-remover-links-em-buscas-de-todoo...

Fernanda F.

Publicado por Fernanda F.

Graduanda em Direito, Mestre em Hospitalidade, Pós Graduada em Gestão de Empresas, Bacharel em Aviação Civil. Adoro viajar, aprender novos...

 

quinta-feira, 05 de junho de 2014

Partidos tentam barrar decreto bolivariano de Dilma

Partidos tentam barrar decreto bolivariano de Dilma

 

Nove bancadas assinaram proposta na Câmara para tentar suspender os efeitos do decreto presidencial que pode mudar a ordem constitucional

 

Publicado por Shankar Cabus e mais 1 usuário

 
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Partidos tentam barrar decreto bolivariano de Dilma

O decreto bolivariano número 8.243/2014, assinado à surdina pela presidente Dilma Rousseff na semana passada, não caiu bem no Congresso Nacional. Nesta terça-feira, nove partidos resolveram se unir para tentar impedir o avanço da medida destinada a aparelhar órgãos públicos e entidades da administração federal direta e indireta com integrantes de “movimentos sociais”, conhecida massa de manobra do PT.

Na Câmara, nove legendas – DEM, PPS, PSDB, Solidariedade, PR, PV, PSD, PSB e Pros – assinaram um pedido para votar, em regime de urgência, um decreto legislativo que anule os efeitos do decreto presidencial. Embora a transferência de votos não seja automática, juntas, as agremiações contabilizam 229 dos 513 deputados – são necessários 257 votos para aprovar um decreto legislativo. A decisão de colocar a proposta em votação cabe ao presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que ainda não se manifestou. No Senado, os partidos de oposição também tentam suspender o texto presidencial.

O decreto para instituir um canal paralelo de poder, antiga pretensão petista, foi assinado por Dilma (Decreto 8.243/2014) no último dia 23 de maio. No papel, determina a criação da Política Nacional de Participação Social (PNPS) e do Sistema Nacional de Participação Social (SNPS). Na prática, prevê a implantação de “conselhos populares”, formados por integrantes de movimentos populares, vinculados a órgãos públicos. Tudo sob a tutela do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência da República).

O texto bolivariano ataca um dos pilares da democracia brasileira, a igualdade dos cidadãos, ao privilegiar grupos alinhados ao governo. A Constituição brasileira estabelece que os cidadãos têm direito à livre manifestação por meio de eleições diretas. “A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante: I - plebiscito; II - referendo; III - iniciativa popular”, diz o artigo 14 da Constituição de 1988.

O decreto de Dilma, porém, é explícito ao justificar sua finalidade: “consolidar a participação social como método de governo”. Um dos artigos quer estabelecer, em linhas perigosas, o que é a sociedade civil: “I – sociedade civil – o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações”. Ou seja, segundo o texto de Dilma, os movimentos sociais – historicamente controlados e manipulados pelo PT – são a representação da sociedade civil no Estado Democrático de Direito. Nesse sentido, são autoexplicativos os afagos do governo federal a militantes do MST e grupos baderneiros de índios e sem-teto após protagonizarem cenas deploráveis de ataques a prédios públicos, privados e à polícia.“A presidente tenta subtrair os Poderes do Parlamento brasileiro. É o mesmo modelo ideológico que se propôs para a Venezuela e para Cuba e que agora estão tentando trazer aos poucos ao Brasil. Temos que resistir a isso porque o Parlamento é o foro da sociedade brasileira. Esses conselhos subtraem a democracia porque são um aparelho do PT. Não podemos fazer que eles passem por cima da lei e caminhar pela estrada mais triste, que é o caminho antidemocrático que o PT está propondo. Isso vai acabar no STF”, diz o líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno (PR). “Dilma quer criar uma estrutura paralela de poder e dividir o cidadão em 1ª e 2ª classe”, afirma o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE).


Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/partidos-tentam-barrar-decreto-bolivariano-de-dilma

Shankar Cabus

Publicado por Shankar Cabus

Formado em Sistema de Informação pela Universidade do Estado da Bahia, atua como Front-end Engineer de um grande portal jurídico brasileiro.

 

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Vírus pode roubar mensagens, fotos e registros de chamadas pelo WhatsApp

Publicado por Fernanda F. - 23 horas atrás

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Um vírus capaz de roubar dados e informações do Whatsapp que compromete a privacidade de mais de 500 milhões de usuários do mensageiro instantâneo foi descoberto recentemente pela PSafe, empresa de segurança. Com ele, o cibercriminoso tem acesso a mensagens, SMS, fotos e chamadas dos smartphones infectados.

O Whatsapp no possui recurso que garante que a mensagem enviada foi lida Foto Luciana MalineTechTudoMalware pode ter afetado 500 milhões de usuários (Foto: Luciana Maline/TechTudo)

De acordo com a empresa de segurança digital, o malware é um dos mais eficientes descobertos até agora. O “J. Laucher”, como é conhecido, além de roubar pequenos trechos de mensagens, é capaz de interceptar chamadas, roubar contatos da agenda e compartilha-las automaticamente para e-mail desconhecido.

Por não criar um ícone de acesso na tela do aparelho após ser instalado, o vírus é quase imperceptível. É recomendável utilizar um anti-vírus para removê-lo. A princípio, somente o aplicativo para Android foi afetado.

Fonte: via PSafe e Gabriel Pinheiro - http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/05/virus-pode-roubar-mensagens-fotoseregistros-de...

Fernanda F.

Publicado por Fernanda F.

Graduanda em Direito, Mestre em Hospitalidade, Pós Graduada em Gestão de Empresas, Bacharel em Aviação Civil. Adoro viajar, aprender novos...

 

terça-feira, 06 de maio de 2014

Armadilhas contra a dengue serão instaladas em bairros de Curitiba.

Saúde

 

Armadilhas contra dengue serão instaladas em bairros de Curitiba

 
05/05/2014 16:21:00
 
principal

Armadilhas do tipo ovitrampas estão sendo colocadas em residências e comércios nos bairros Jardim Botânico, Cristo Rei, Alto da Rua XV, Centro, Rebouças, Batel e Prado Velho. Elas servirão para combater focos do mosquito da dengue na cidade. Até a próxima quarta (07), agentes contra a dengue, coordenados pela Secretaria Municipal de Saúde, irão instalar 250 armadilhas na cidade.

As ovitrampas constituem um método econômico e sensível na detecção do vetor transmissor da dengue. Essas armadilhas têm cor e cheiro que permitem atrair a fêmea do mosquito, e possibilitam avaliar a concentração de ovos do mosquito da dengue. Elas são instaladas a cada 300 metros - conforme indicações do Ministério da Saúde.

Os bairros foram estrategicamente escolhidos em função dos jogos da Copa do Mundo em Curitiba. “Estas localidades contemplam parte da rota gastronômica categorizada para a Copa e dos hotéis onde se hospedarão as seleções de futebol, juízes e equipe técnica dos jogos que ocorrerão em Curitiba”, explica a coordenadora do Programa Municipal de Controle da Dengue, Juliana Martins.

O objetivo desta atividade envolve o estudo da distribuição do Aedes aegypti nos bairros trabalhados e o aprimoramento dos profissionais da secretaria na rotina de utilização de ovitrampas. Para o sucesso deste trabalho, é fundamental que os proprietários colaborem permitindo a instalação das armadilhas em seus imóveis. Elas serão recolhidas em aproximadamente uma semana.

Esta ação é uma parceria entre a Secretaria Municipal da Saúde, a 2ª Regional de Saúde e a Secretaria de Estado da Saúde (SESA/PR).

sexta-feira, 21 de março de 2014

Projeto quer regulamentar food trucks em Curitiba

 

Projeto quer regulamentar food trucks em Curitiba

por Priscila Bueno, especial para a Gazeta do Povo

Recentemente, a cidade de São Paulo regularizou este tipo de estabelecimento que é febre nos Estados Unidos e na Europa

Publicado em 19/03/2014 às 08Hrs


 
Food truck Madero

A rede Madero conta com um food truck que circula por feiras gastronômicas e eventos particulares. Foto: Gerson Lima

Um projeto que pretende regulamentar a comercialização de alimentos em trailers, kombis e caminhões (os chamados food trucks) teve um primeiro passo na Câmara Municipal de Curitiba na terça-feira (18). O texto de autoria do vereador Helio Wirbiski (PPS) passou pela análise da Comissão de Legislação, Justiça e Redação, que deu seguimento à proposta. Agora, ele segue para as comissões de Saúde, Bem Estar Social e Esporte e depois para a de Serviço Público. Após essas análises e possíveis alterações, entrará na pauta do plenário, processo que deve demorar aproximadamente 20 dias. Atualmente não há uma legislação específica sobre o tema e há permissão para os food trucks estarem apenas em locais particulares.

Segundo o projeto, o comércio de alimentos nos food trucks poderá ser feito em áreas particulares e públicas como feiras gastronômicas (com exceção das feiras livres) de forma permanente ou eventual. A qualidade dos produtos embalados será garantida com a exigência do nome e endereço do fabricante, além da data de fabricação, validade e registro do órgão competente, no caso a Vigilância Sanitária. Para esse tipo de comércio será proibida a venda de bebidas alcoólicas.

Como o projeto ainda vai passar por mais duas comissões antes de ser votado, é possível que sofra alterações como a inclusão de novos textos ou a retirada de outros.

O empresário e chef Junior Durski, proprietário da rede Madero, tem um “burger truck” usado em feiras gastronômicas, em festas particulares ou em áreas fora do perímetro de Curitiba, justamente porque não existe uma lei específica na capital paranaense. Ele acredita que a regulamentação é algo bom para o setor. “Para os empresários, ele divulga a marca porque circula mais e é lucrativo, já que você não tem o custo do aluguel. Para a cidade, ele poderia ficar em praças que não têm tanto movimento, ajudando inclusive o entorno. Além disso, geraria mais emprego e mais imposto”, avalia.

Ele não acredita que essa forma de comércio prejudique os comerciantes instalados em estabelecimentos fixos. “Desde que se faça um produto bom, há espaço para todos. Além disso, quem tem que decidir aonde ir é o consumidor”, diz.

Pelo mundo

No final de 2013, a cidade de São Paulo regulamentou o exercício dos food trucks, que também são caracterizados por serem comandados por grandes chefs de cozinha, como André Mifano, ou estabelecimentos gastronômicos. Nos Estados Unidos e em alguns países da Europa esse tipo de comércio é bastante comum. Tanto, que no canal de TV a cabo Fox Life há um programa específico sobre o assunto, o Eat Street

 

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