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segunda-feira, 20 de julho de 2015

Aumento na tarifa da energia triplica calote na conta de luz

Falta de pagamento de contas de luz já respondia por 6,47% das dívidas dos brasileiros em junho

O tarifaço aplicado pelo governo nas contas de luz ao longo do primeiro semestre do ano já triplicou o crescimento da inadimplência no setor. Com aumentos nas tarifas superiores a 50% em algumas regiões do País, a expansão dos calotes nas faturas saltou de uma variação média de cerca de 6% no começo do ano para 17,35% em junho, na comparação com os mesmos meses de 2014. A preocupação das distribuidoras de energia é que esse problema resulte no crescimento de outro: os furtos de energia, popularmente conhecidos como "gatos" na rede elétrica.
 
De acordo com dados do SPC Brasil, a falta de pagamento de contas de luz já respondia por 6,47% das dívidas dos brasileiros no mês passado. Essa é a maior participação do setor no total de calotes desde quando a entidade passou a acompanhar os dados, em janeiro de 2010. Na época, os atrasos nas faturas de eletricidade representavam apenas 2,53% da inadimplência no País.
 
"Além do aumento nas tarifas, o cobertor está cada vez mais curto devido ao aperto na renda e à alta dos juros. Com isso, os consumidores estão atrasando até faturas essenciais, que acarretam o corte de serviço, como é o caso das contas de luz. Nesse cenário, é ainda mais importante que as famílias reavaliem seus orçamentos e economizem eletricidade, evitem o desperdício", avalia a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.
 
E pior do que o crescimento dos débitos em aberto no setor, as dívidas mais longas estão cada vez mais frequentes. O levantamento do SPC Brasil mostra que 71,98% dos atrasos nas faturas se referem a contas de luz vencidas há mais de 90 dias, prazo após o qual as companhias de eletricidade cortam o fornecimento. E como se trata de um item básico nas residências, sempre que um movimento desses é detectado, ocorre um aumento nas chamadas "perdas não técnicas" de energia, ou seja, nos gatos nas redes.
 
— Esse é o pior dos mundos. Com a dívida acima de 90 dias, além do corte de energia o consumidor passa a ficar com o CPF negativado. E ele pode até conseguir fazer um gato na rede de luz, mas não consegue fazer um gato para comprar qualquer mercadoria a prazo", alerta Marcela. "O importante é tentar renegociar a dívida.
 
Os dados mais recentes da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) mostram que a porcentagem desses gatos nas redes das elétricas vinha caindo lentamente ou mantendo-se constante entre 2010 e 2014 para praticamente todas as distribuidoras.
 
Cada região do País tem um porcentual diferente de furtos apurados pelas empresas, e a Região Norte apresenta os piores resultados. Mas como o tarifaço deste ano foi maior para os consumidores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, as companhias temem uma deterioração dos indicadores de perdas nessas regiões, que hoje são as mais eficientes em conter os furtos.
 
Para a Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica), as companhias precisam aumentar a fiscalização para que falta de pagamento não resulte em ainda mais prejuízo com o furto de eletricidade. "Não existe um patamar melhor ou pior de inadimplência. Sempre é ruim. E quando aumenta isso significa mais trabalho e mais custo para as empresas para evitar um transtorno ainda maior", avalia o presidente da entidade, Nelson Leite. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
 
Fonte: noticias.r7.com

 

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Torcedores do Cruzeiro são detidos suspeitos de tentar agredir rivais

Cruzeirenses estavam escondidos em matagal com paus e pedras.
Segundo a Polícia Militar, 16 torcedores foram levados para depor.
 
Dezesseis torcedores do Cruzeiro foram detidos com paus e pedras na noite deste domingo (19) porque, de acordo com a Polícia Militar (PM), eles aguardavam por torcedores do Avaí para agredi-los, na Avenida Abrahão Caram, no bairro São Luiz, na Região da Pampulha, em Belo Horizonte.
A PM disse que fazia o deslocamento dos catarinenses quando perceberam os cruzeirenses escondidos em um matagal, próximo ao local de embarque dos torcedores do time de Santa Catarina. Ainda segundo a polícia, não houve briga ou qualquer outro tipo de confusão.
A PM disse que três dos suspeitos já haviam se envolvido na depredação a um ônibus do Move no último dia 4 de julho. A Raposa jogou contra o Avaí no Estádio Mineirão. O placar ficou empatado em 1 a 1. Os torcedores suspeitos foram encaminhados à Central de Flagrantes 1 (Ceflan 1) onde prestaram depoimento à Polícia Civil.

Fonte: g1.globo.com

 

 

terça-feira, 18 de junho de 2013

Protestos em BH

Protestos em BH, saiba mais...

A velha esquerda com aquela velha opinião formada sobre tudo não tem o monopólio do movimento que acontece no Brasil inteiro. Pelo contrário, vi os partidos "de esquerda" como PSTU e PSOL serem rechaçados com vigor pela multidão. (Os poderosos PT, PSDB e PMDB nem deram as caras, é claro, mas também o seriam).


Se existe uma esquerda ali é, de fato, uma nova esquerda, voltada para os problemas concretos do dia-a-dia do cidadão, da qualidade de vida que implica em transporte coletivo de qualidade e outros pontos associados como a qualidade do ar, das ruas, de ocupação e mobilidade das pessoas na cidade, da corrupção associada a política pública de transportes.


Pra nossa sorte, é isto que está em pauta e não a demonização da globalizacão ou do capitalismo, estas macro idéias dogmáticas, sempre brandidas como verdades superiores, quase religiosas, mas que na prática, pouco interferem na vida do cidadão comum. Este não está nem um pouco preocupado com estas rusgas macroideológicas - nem nunca esteve.


Então não se trata de negar a esquerda, e muito menos de afirmar a direita, mas de perceber que os tempos, pra nossa sorte, mudaram. E a verdadeira "revolução" é diária, micróbia, e não passa por grandes idéias geniais e revolucionárias de salvação do mundo, mas da acão imediata, imanente, na vida diária de um povo que não deve mais ser idealizado à sua revelia. Meros 20 centavos são uma grande bandeira!

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Rede de rádio ajuda no combate ao crime na Região Centro-Sul de BH

 

Rede de rádio ajuda no combate ao crime na Região Centro-Sul de BH

Sistema de comunicação que une porteiros de condomínios se espalha por bairros de alto padrão como resposta a onda de assaltos, em esquema que resulta em acionamento da PM


Publicação: 13/05/2013 06:00 Atualização: 13/05/2013 07:12

Pedro Ferreira

 

Funcionários como Wesley Vieira ganharam um aliado na prevenção de crimes, e acabam ajudando até vizinhos que não integram o grupo ( (Alexandre Guzanshe/Em/D.A Press))  
Funcionários como Wesley Vieira ganharam um aliado na prevenção de crimes, e acabam ajudando até vizinhos que não integram o grupo

Uma rede de comunicação via rádio se espalha entre porteiros e vem ajudando na prevenção de assaltos a prédios residenciais da Região Centro-Sul de Belo Horizonte. A iniciativa da Associação dos Moradores do Bairro de Lourdes (Amalou), que surge como resposta ataques cada vez mais frequentes a condomínios na capital, começa a se espalhar por outras regiões. “Temos 60 rádios de comunicação. O que um porteiro fala, os outros 59 escutam. Um avisa o outro sobre suspeitos. Além disso, um rádio foi entregue aos policiais militares da Patrulha do Bairro”, disse o representante da entidade, Jeferson Rios.

No vizinho Bairro Santo Agostinho, pelo menos dois assaltos a prédios foram frustrados este ano graças ao alerta dado por porteiros vizinhos, que avisaram os colegas sobre a presença de suspeitos na rua. “O rádio tem sido muito importante para o bairro. E tudo é feito corretamente, dentro do programa Rede de Vizinhos Protegidos”, disse o vice-presidente da Associação do Bairro Santo Agostinho, André Teixeira Gontijo. “Todos os bairros têm condições de fazer isso, cada um com seu modo de operar. Alguns usam apitos para alertar os vizinhos”, completa. 

No Santo Agostinho, segundo André, a rede já chega a 30 condomínios equipados. “Os porteiros têm conseguido abortar várias tentativas de roubo. Recentemente, conseguimos impedir dois assaltos, na Rua Ouro Preto com Matias Cardoso e na Rua Paracatu. Nesse último, ladrões tentavam entrar num prédio que não tem rádio na portaria, mas o vizinho que tinha chamou a polícia e os ladrões fugiram. Os prédios também têm câmeras e as imagens foram passadas para a polícia”, disse André. Seguindo ele, os responsáveis pelas portarias formam um circuito de comunicação. “Há um código de perigo entre eles. O alerta vai se espalhando para toda a rede e também para a polícia”, explica André.

Jeferson Rios conta que ajudou a implantar o sistema de rádio também em condomínios do Cidade Jardim. “Vamos nos reunir com moradores do Bairro Funcionários esta semana. Eles vão criar uma associação de bairro e implantar o sistema de rádio, que tem dado resultados positivos”, disse Jeferson. Segundo ele, no Belvedere há duas associações de bairro, uma do setor que tem prédios, e que conta com o sistema de rádio e menos assaltos, e a área das casas, que tem sido o principal alvo dos ladrões.

Há dois anos, o porteiro Wesley Gadelha Vieira, de 20, trabalha equipado com rádio em um prédio do Santo Agostinho. “Já consegui alertar os colegas e a polícia sobre um roubo na drogaria ao lado. Os ladrões já tinham fugido e o pessoal da loja pediu minha ajuda. Quando tem algum suspeito rondando os carros, olhando demais para motos ou para estabelecimentos comerciais, eu logo aviso os outros porteiros. A polícia vem e faz a abordagem”, explica.

O comandante do 22º Batalhão, tenente-coronel Alfredo Veloso, responsável pelo policiamento na Região Centro-Sul da capital, disse que a PM deu as orientações de como a Rede de Vizinhos Protegidos deveria ser operada e os moradores agregaram o rádio para facilitar a comunicação entre eles. “No passado, havia o telefone celular comunitário. Com o rádio, o custo é menor e são mais pessoas conectadas ao mesmo tempo, o que amplia o contato entre vizinhos”, disse o coronel. “O principal conceito do rádio é a comunicação entre eles e todo acionamento da PM deve ser pelo telefone 190, que tem o diálogo gravado. Se cada associação deixar um rádio no quartel, não teremos condições de escutar todo mundo”, alertou Veloso.

 

 

 Vítimas se abalam ao falar da tortura

As regiões Centro-Sul, Noroeste e Pampulha, em Belo Horizonte, têm enfrentado uma onda de ataques a prédios residenciais, em ações na maioria das vezes muito violentas. Há uma semana, mais de 15 vítimas de roubos reconheceram três acusados presos no Bairro Belvedere, na Região Centro-Sul, como integrantes da quadrilha que as atacou. A comerciante G. M. B. de 47 anos, não conseguiu conter o choro ao avistar, na delegacia, dois dos cinco presos, que a torturaram por uma hora e meia, na manhã de 27 de março, em sua casa, no Bairro Bandeirantes, na Pampulha. “Um verdadeiro terror. Eles me violentaram emocionalmente, me torturaram o tempo todo. Apanhei do portão até dentro da minha casa. Fizeram barbaridades comigo e a empregada. Pegaram o motoqueiro da rua e também o fizeram refém na minha casa. Eram coronhadas, roleta-russa na minha cabeça, o medo de levar um tiro. Apanhei mais porque tentei defender a minha filha de 17 anos, que eles tentaram estuprar”, disse a vítima. “Apanhei tanto que não aguentei ficar sentada depois, no Instituto Médico Legal, para onde a polícia me levou para o exame de corpo de delito. Estou toda roxa até hoje”, relatou a comerciante. 

Uma engenheira de 28 anos também saiu da sala de reconhecimento aos prantos. Há duas semanas, o prédio dela, no Bairro Castelo, na Região Noroeste, foi invadido pela segunda vez, por quatro homens fortemente armados. “Entraram em 22 apartamentos e levaram mais de 15 reféns para a minha casa, entre moradores e prestadores de serviço”, disse. “O tempo todo eles ameaçavam matar a gente. A tortura psicológica foi muito grande”, disse. O vizinho dela, o volante do Atlético Leandro Donizete, não estava na hora. O apartamento dele foi arrombado. 

Um americano teve o apartamento invadido no Bairro Santa Lúcia, Região Centro-Sul. Ele foi espancado pelos ladrões, que ameaçavam cortar a sua orelha. A funcionária da vítima acompanhou tudo. “Eu tentei correr, mas fiquei com medo de morrer. Perdi o jogo das pernas. Eram agressivos demais, xingavam muito, mas não maltratara a mim e nem a filha adotiva do meu patrão. Ele, sim, apanhou demais. É mais velho, levou coronhadas, socos, chutes. Sentia a dor calado, pois eles ameaçavam arrancar sua orelha com o alicate”, disse. Enquanto os criminosos agiam, a mulher, a filha da vítima e o vigia da rua foram mantidos deitados na cama, com o rosto virado para o colchão e com um cobertor jogado por cima.

 

quarta-feira, 13 de março de 2013

Servidores públicos fazem paralisações e protestos nesta quarta-feira em BH

Servidores públicos fazem paralisações e protestos em Belo Horizonte na manhã desta quarta-feira. Funcionários da rede municipal estão lançando da pauta de reivindicações 2013 e montaram uma escala reduzida de trabalho. São trabalhadores da área de saúde, educação, administração e fiscalização. Um grupo está reunido na Praça da Estação e vai em passeata até a porta da Prefeitura de Belo Horizonte para entregar a pauta. 

Entre as reivindicações da categoria estão o reajuste de 22% para todos os servidores na ativa e aposentados, reajuste do vale-alimentação e vale-lanche com extensão para todos os servidores, abertura de concurso público e implementação de uma lei que proíba o assédio moral. 

Funcionários do setor ortopédico do Hospital Galba Veloso também fizeram manifestação na porta da unidade hoje. Eles estão paralisados por 24 horas reivindicando a inclusão do adicional de emergência no salário. Servidores da Justiça de 2ª Instância em Minas Gerais também estão protestando hoje. Em paralisação, eles reivindicam reajustes e progressões de carreira.

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