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quarta-feira, 02 de março de 2016

4 pontos fundamentais para uso de redes sociais por empresas.

 4 pontos fundamentais para uso de redes sociais por empresas

4 pontos fundamentais para uso de redes sociais por empresas

Em vez de brigar com a realidade, companhias devem pensar em como usar a força dessas mídias para alavancar negócios e o diálogo interno

Um número crescente de empresas começa a adotar estratégias de redes sociais dentro e fora do mundo corporativo. Colaboradores acessam tais sites, e as companhias encontram potenciais chances de fazer negócios nesses ambientes. Junto das oportunidades, vêm os riscos de abordar erroneamente o assunto, seja com clientes, seja com colaboradores.

Essas quatro dicas podem ajuda-lo a planejar a introdução das redes sociais em seu meio de trabalho, sem fazer com que você se pareça com o vilão.

1. Questão de cultura e de comunicação

As conversas francas que acontecem nas redes sociais dão um claro sinal de que ideias devem ser debatidas. Uma vez acostumados a tal tipo de diálogo, os colaboradores esperam o mesmo no local de trabalho – independentemente de hierarquias e títulos. Contudo, cabe à gestão da empresa decidir se vai abraçar tal modelo de relacionamento em assuntos internos – como o uso das redes sociais no ambiente de trabalho.

2. Pense no todo

Para a OpenText, a questão de atividades de rede social é uma questão de apreciar sempre o todo e não de escolha de ferramental apropriado (softwares). Ao avaliar o tema “mídias sociais”, cabe definir objetivos. Por que deixar os funcionários acessarem tais sites e o que se quer do usuário do outro lado da conexão são duas perguntas fundamentais. É melhor que começar o raciocínio com a colocação de “por que não fazer isso”. Lembre que o help desk não existe apenas para atender clientes. Ele deverá estar preparado para lidar com chamadas de funcionários pedindo informações sobre como proceder em sites de relacionamento.

3. Regras, sim.

Mesmo a terra sem lei das redes sociais pede que sejam estabelecidas regras. Devem ser definidos quais canais de relacionamento serão usados para cada tipo de questão. Nem todos os diálogos devem ser mantidos de forma aberta, há aqueles que são mais bem atendidos usando os tradicionais e-mails. Tal ensinamento vale ser repassado aos colaboradores internos em suas aventuranças por redes como o Facebook e Cia.

4. Dar tempo ao tempo

A própria empresa pode servir como imenso laboratório de comportamento humano em redes sociais. Que tal liberar o acesso aos colaboradores de vendas por dez dias e, em seguida, depois de verificar qual foi a influência das redes no andamento dos trabalhos em uma das seções mais preciosas da organização?

Nenhum desses quatro pontos foi compreendido de imediato por administradores, pela TI ou por profissionais de marketing. Foi dada muita cabeçada em redes sociais e elas continuam acontecendo. Não raramente tais acidentes digitais ocorrem por não haver um cronograma definido e o monitoramento da presença digital requerer tempo para análise – não são números frios e a esperada conversão não acontece da noite para o dia.

Autor: Redação 
Fonte: UOL

 

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Fique atento aos fatores de risco para o câncer de pele.

Fique atento aos fatores de risco para o câncer de pele
 
Além da exposição ao sol, pessoas que tenham pintas ou que passam por bronzeamento artificial apresentam risco elevado 
 
Os raios solares são grandes causadores do câncer de pele ou o melanoma, comum no Brasil. Mas, engana-se quem acredita que as pessoas de pele e olhos claros são as maiores vítimas desse tipo de câncer, que representa 25% dos tumores diagnosticados no país. Além da exposição excessiva ao sol, fatores como o estilo de vida e o histórico familiar do paciente devem ser considerados.
 
A dermatologista do Centro de Pele e Melanoma da CliniOnco, Thaís Grazziotin, explica que a radiação ultravioleta é a maior responsável pelo câncer de pele, porém a incidência não se dá apenas através do sol. "Essa radiação é o principal fator ambiental associado ao melanoma, mas também está comprovado um aumento de risco em pessoas que utilizam câmaras de bronzeamento artificial, proporcional ao tempo de uso e idade de exposição". Segundo Thaís, quanto mais cedo o contato com os raios ultravioleta, mais fácil o desenvolvimento da doença. "Nas primeiras décadas de vida, o perigo é maior", alerta.
 
Características físicas como pele clara, cabelo loiro ou ruivo, olhos verdes ou azuis, tendência a sardas e pele que queima facilmente ao sol estão relacionadas ao aumento de risco para melanomas. Pessoas que trabalham várias horas desprotegidas, como agricultores e profissionais da construção civil, também fazem parte da parcela mais propensa à neoplasia. No entanto, a atenção se volta para quem apresenta nevos na pele, as popularmente conhecidas como "pintas". "Pessoas com alto volume de nevos, em geral entre 50 e 100, devem estar atentas. Sinais de pele atípicos e maiores de 5 milímetros, com vários tons de cor e bordas irregulares, que aumentam de tamanho, recentes ou de nascença, representam riscos importantes", alerta Thaís.
 
Casos na família também são determinantes para o diagnóstico e merecem atenção especial. "A história familiar de melanoma está presente em 10% dos casos e representa uma susceptibilidade genética à doença, sendo mais significativa quanto mais próximo o parentesco e maior o número de familiares acometidos", afirma a dermatologista.
 
Dermatoscopia atua no rastreamento dos casos
 
O combate ao câncer de pele começa na prevenção com os cuidados à exposição dos raios ultravioleta. Os sintomas são identificados nos nevos de aspecto diferente, por isso, o paciente deve estar atento para a prevenção e para o diagnóstico precoce. Atualmente, um dos exames mais importantes para observar os sinais na pele é a dermatoscopia, que aumenta as chances de cura e reduz a indicação de cirurgias desnecessárias. "As fotografias de corpo inteiro e a dermatoscopia digital facilitam o diagnóstico de lesões iniciais através da detecção de modificações em nevos pré-existentes, surgimento de novos sinais, e possibilita a comparação ao longo do tempo", explica Thaís.
 
O exame também contribui para diagnosticar as lesões que devem ser retiradas, mas isso não elimina um possível retorno da doença. O acompanhamento a longo prazo constitui uma importante medida de prevenção em pessoas com maior risco. "A frequência da reavaliação é variável e depende das características de cada paciente, sendo geralmente repetida a cada 3, 6 ou 12 meses", completa a dermatologia.
 
Dicas para o autoexame da pele
 
O que procurar?
 
• Manchas pruriginosas (que coçam), descamativas ou que sangram 
• Sinais ou pintas que mudam de tamanho, forma ou cor 
• Feridas que não cicatrizam em 4 semanas
Deve-se ter em mente o ABCD da transformação de uma pinta em melanoma, como descrito abaixo:
• Assimetria - uma metade diferente da outra 
• Bordas irregulares - contorno mal definido 
• Cor variável - várias cores numa mesma lesão: preta, castanho, branca, avermelhada ou azul 
• Diâmetro - maior que 6 mm
 
Como fazer?
 
1) Em frente a um espelho, com os braços levantados, examine seu corpo de frente, de costas e os lados direito e esquerdo;
2) Dobre os cotovelos e observe cuidadosamente as mãos, antebraços, braços e axilas;
3) Examine as partes da frente, detrás e dos lados das pernas além da região genital;
4) Sentado, examine atentamente a planta e o peito dos pés, assim como os entre os dedos;
5) Com o auxílio de um espelho de mão e de uma escova ou secador, examine o couro cabeludo, pescoço e orelhas;
6) Finalmente, ainda com auxílio do espelho de mão, examine as costas e as nádegas.  
 
 
Autor: jornalistas Alexandre Cardoso e Vanessa Botega 
Fonte: Instituto Nacional do Câncer
terça-feira, 09 de fevereiro de 2016

Você sabe o quão seguro é seu carro?

Você sabe o quão seguro é seu carro? Confira o resultado de testes de colisões.
Todos os carros analisados apresentaram risco para os joelhos dos ocupantes durante o impacto



Os cintos de segurança e airbags fazem toda a diferença na segurança dos ocupantes de um veículo na hora de uma colisão. Porém, uma pesquisa da Latin NCAP divulgou que tanto motorista quanto passageiros estão expostos a alguns riscos que as montadoras não se atentam. Confira como foram os testes:

Chevrolet

Celta sem airbag: o carro teve pontuação de uma estrela, em um ranking de até cinco, para a segurança de passageiros adultos e de duas estrelas para crianças. A baixa nota se deu por conta do alto risco de morte, pois a carroceria não absorveu o impacto da colisão trazendo risco elevado de lesão frontal à cabeça do motorista.

A proteção do peito do motorista que foi baixa e existiam estruturas perigosas na parte inferior do painel que poderiam comprometer os joelhos dos passageiros. Há um alto risco de lesão grave para a parte inferior da perna e do pé do motorista devido a ruptura do assoalho. Quanto às crianças, o modelo testado ofereceu proteção adequada, porém as cadeirinhas foram incompatíveis com o cinto de segurança do veículo.

Corsa Classic sem airbag: o modelo recebeu uma estrela para a proteção tanto dos adultos quanto das crianças. O carro apresentou alto risco de morte decorrente do impacto da cabeça do motorista no volante. O rompimento do assoalho representa uma ameaça para os membros inferiores do motorista, além de a parte inferior do painel poder comprometer os joelhos dos passageiros.

O principal problema com o teste infantil foi a cadeira para crianças de três anos. Ela não conseguiu evitar o excessivo deslocamento para frente na colisão, mas não houve contato da cabeça com o banco da frente. As instruções de instalação foram insuficientes porque elas não estavam afixadas no equipamento de retenção. Além de a cadeira ter sido incompatível com o cinto de segurança do veículo.

Cruze LT com airbag duplo: o carro recebeu quatro estrelas para a segurança dos adultos e três para a das crianças. A proteção do peito foi adequada e não houve contato visível dos joelhos e da tíbia do motorista com o painel. Mas, havia estruturas perigosas na parte inferior do painel que poderiam impactar contra os joelhos de um passageiro de maiores dimensões.

Já os assentos infantis para um ano e meio e três anos ofereceram proteção suficiente. Porém, as instruções de instalação, em ambas as cadeirinhas, eram insuficientes por não estarem afixadas nos equipamentos de retenção. O carro também contavam sistemas de ancoragem ISOFIX e instalados com conectores ISOFIX.

Meriva GL Plus com airbag: o modelo se mostrou adequado para adultos (três estrelas), porém perigoso para as crianças (uma estrela). O carro ofereceu uma boa proteção às cabeças dos motoristas e acompanhantes. Porém, possuía estruturas na área do painel que poderiam colocar em risco os joelhos dos ocupantes. Além disso, no impacto, a tampa do porta-malas se abriu, implicando um risco para os ocupantes.

A cadeira infantil, para a criança de três anos, não pôde evitar um excessivo movimento para frente durante o impacto. As instruções de instalação eram insuficientes e o veículo não advertia sobre os perigos associados à instalação de uma cadeira infantil, olhando para trás, no banco do ocupante da frente com um airbag ativado.

Fiat

Novo Uno sem airbag: foram registradas baixas proteções dos passageiros (uma estrela para adultos e duas para crianças). No caso dos adultos, há um alto risco de morte decorrente do impacto da cabeça do motorista no volante e baixa proteção do peito. Estruturas rígidas do painel podem causar danos aos joelhos dos passageiros; já para o condutor os riscos são para os joelhos e fêmur. O rompimento do assoalho representa perigo para os pés e membros inferiores do motorista.

Os assentos infantis para um ano e meio e três anos foram adequados. As instruções de instalação para ambas as cadeirinhas foram insuficientes, pois não estavam coladas ao dispositivo de retenção. A cadeirinha para crianças de três anos é incompatível com o cinto de segurança do veículo

Palio ELX 1.4 com airbag: o carro foi classificado com três estrelas para a segurança dos adultos e duas para a das crianças. Foram encontradas estruturas perigosas na área do painel que poderiam impactar nos joelhos do ocupante. Os cintos da frente contavam com protensores – mecanismo que remove a largura da correia em uma etapa precoce do impacto, melhorando o rendimento do cinto – que não se desempenharam bem no impacto.

No caso das crianças, as cadeiras recomendadas eram incompatíveis com o sistema dos cintos de segurança do carro. Embora o airbag do acompanhante pudesse ser desativado mediante um interruptor, a informação acerca de como utilizar esse interruptor era insuficiente.

Palio ELX 1.4 sem airbag: uma estrela para adulto e duas para criança. O carro apresentou inaceitável alto risco de lesões mortais para a cabeça do motorista apresentado pelo volante, a proteção para o peito do motorista foi fraca e existiam estruturas perigosas na área do painel que poderiam impactar nos joelhos do mesmo.

O desempenho da retenção infantil foi adequado, apesar de as instruções de instalação serem insuficientes. As cadeirinhas recomendadas eram incompatíveis com o sistema de cintos de segurança do carro.

Ford

Ecosport com airbag duplo: o modelo apresentou alta segurança, com quatro estrelas para adultos e três para crianças. O cinto de segurança do acompanhante não contava com pré-tensionador - sistema que contrai o cinto de segurança na hora do impacto. Foram observadas estruturas perigosas na parte do painel que poderiam impactar os joelhos dos passageiros.

Foi detectada uma forte desaceleração na parte do peito da criança de 18 meses. O veículo não proporcionava nenhuma advertência quanto aos perigos associados à instalação de uma cadeirinha infantil olhando para trás no banco do acompanhante com um airbag ativado.

Fiesta com airbag duplo: a segurança para adultos e crianças foi classificada com quatro estrelas. Foram observadas estruturas perigosas na área do painel que poderiam impactar os joelhos dos passageiros. O veículo não oferecia nenhuma advertência quanto aos perigos associados à instalação de uma cadeirinha infantil olhando para trás no assento do acompanhante com um airbag ativo.

Focus Hatchback com airbag duplo: a classificação do carro foi de quatro e três estrelas para adultos e crianças respectivamente. O airbag e cinto mantiveram os ocupantes seguros. No entanto, há estruturas perigosas que podem causar danos aos joelhos do motorista e do acompanhante. Todas as portas se abriram facilmente com o impacto.

A cadeirinha infantil para crianças de três anos era assegurada com cinto de três pontos. A cabeça ficou bem protegida, embora tenha apresentado uma aceleração do peito bem alta. Já a de um ano e meio recebeu boa proteção. As cargas no pescoço estiveram acima dos limites superiores de desempenho.

Ka Fly Viral sem airbag: foram registrados baixa segurança para adultos (uma estrela) e boa para crianças (três estrelas). No impacto frontal, a cabeça e o peito dos passageiros bateram no volante e o aro foi arrancado da coluna de direção. Há estruturas perigosas na parte baixa do painel que poderiam impactar nos joelhos e oferecem pouca proteção para a parte inferior das pernas dos ocupantes.

Geely

CK 1 1.3 sem airbag: para a segurança das crianças, o carro recebeu duas estrelas, porém não recebeu nenhuma para os adultos. A proteção oferecida ao motorista foi pobre para a maioria das áreas do corpo, sendo que a instalação de airbags nesse carro não melhoraria a fraca integridade da carroceria.

O sistema de retenção infantil para a criança de 18 meses apresentou um desempenho adequado. O sistema de retenção para a criança de três anos atingiu pontuações máximas graças à carroceria extremadamente fraca que contribuiu para a absorção da energia do impacto. Contudo, as instruções de instalação eram insuficientes em ambas às cadeirinhas infantis, além de terem sido incompatíveis com o sistema de cintos de segurança do carro.

Honda

City com airbag duplo: tanto a segurança dos adultos quanto a das crianças receberam quatro estrelas. Foram observadas estruturas perigosas na área do painel contra as quais poderiam impactar os joelhos dos passageiros.

As cadeirinhas infantis com o ISOFIX para crianças de três e um ano e meio foram capazes de evitar um movimento excessivo para frente no impacto, oferecendo uma boa proteção em ambos os casos.

Hyundai

HB20 Hatchback com airbag duplo: o veículo foi classificado com três estrelas para a segurança dos adultos e uma para das crianças. Os sistemas de retenção ofereceram uma proteção fraca ao peito do motorista, além de o carro ter apresentado estruturas perigosas no painel que poderiam impactar os joelhos dos passageiros.

A cadeirinha infantil de 3 anos evidenciou fraturas devido à carga e houve contato da cabeça com a parte posterior do banco do motorista. A aceleração da cabeça e do peito ficou acima do limite de desempenho. Para a criança de 1 ano e meio se observou uma alta carga na parte do peito.

Jac

J3 com airbag duplo: o modelo foi classificado com uma estrela para a segurança dos adultos e duas para a das crianças. No impacto frontal, a cabeça e o peito do motorista comprimiram o airbag até o fundo. A área dos pés do lado impactado sofreu uma grande deformação, aproximando-se os pedais dos pés do motorista, o que representa um risco para a parte inferior das pernas. Além disso, o painel na área dos pés começou a se desprender do caixilho, deixando um acesso direto ao compartimento da parte inferior do carro.

A cadeirinha infantil para a criança de três anos não conseguiu evitar um excessivo deslocamento para diante no impacto e as instruções de instalação eram insuficientes.

Nissan

March com airbag duplo: foram dadas duas estrelas para a segurança dos adultos e um das crianças. Foi observada uma fraca proteção às pernas do motorista, devido a um deslocamento para trás dos pedais. O assento infantil para três anos não conseguiu evitar o excessivo deslocamento para frente no impacto, mas a cabeça não impactou contra o encosto do banco do motorista. As instruções de instalação da cadeirinha foram insuficientes por não estarem afixadas no equipamento.

Tiida Hatch com airbag duplo: foi registrado alto nível de segurança para adultos (quatro estrelas) e baixo para crianças (uma estrela). Existiam estruturas perigosas na parte baixa do painel que poderiam impactar contra os joelhos dos ocupantes.

A aceleração do peito para os bonecos de um ano e meio e três anos foi bem alta, sendo que o pescoço do de um ano e meio sofreu alta tensão no teste. As instruções de instalação de ambas as cadeirinhas foram insuficientes e não ficavam unidas a elas.

Tiida Hatch com airbag para motorista: o modelo apresentou três estrelas para a segurança do adulto e uma para a da criança. A proteção da cabeça do passageiro adulto foi baixa devido às fortes desacelerações, sendo que a proteção do pescoço e do peito registrou risco médio.

A cadeirinha infantil, recomendada pela montadora, falhou no impacto frontal produzindo um excessivo deslocamento para frente do boneco de três anos, além de ter quebrado durante o impacto, revelando frágil proteção para o peito das crianças.

Peugeot

207 compact 5P 1.4 com airbag: ambas as seguranças foram classificadas com duas estrelas. Os cintos e airbags foram incapazes de impedir que o peito do motorista impactasse com o volante durante a batida, resultando em um nível de proteção baixo. Assim como a proteção oferecida às pernas do motorista, devido às altas cargas nas pernas e o deslocamento posterior dos pedais.

A proteção oferecida às crianças foi pobre devido às cargas extremadamente altas. As instruções de instalação das cadeiras continham informação insuficiente para indicar corretamente ao usuário como instalá-las.

207 compact 5P 1.4 sem airbag: foi registrada baixa proteção para adultos (uma estrela) e crianças (duas estrelas). Existe alto risco de lesões mortais para a cabeça do motorista apresentado pelo volante e a proteção das partes baixas das pernas do motorista foi fraca devido ao grande deslocamento dos pedais da embreagem e o freio.

A proteção oferecida à criança de 18 meses na cadeira infantil olhando para frente foi pobre devido às cargas sobre o pescoço extremadamente altas. A cabeça da criança sofreu anomalias no impacto.

Renault

Fluence com airbag duplo: o carro apresentou boa segurança para adultos (quatro estrelas) e média para crianças (duas estrelas). Os cintos não estavam equipados com pré-tensores e foram observadas estruturas perigosas na zona do painel que poderiam impactar os joelhos dos passageiros.

As instruções de instalação do banco infantil eram insuficientes e não ficaram unidas de forma permanente aos assentos.

Sandero sem airbag: o modelo foi classificado com uma estrela para adultos e duas para crianças. A cabeça do motorista impactou no volante, contudo, o impacto foi leve. Já a cabeça do acompanhante recebeu boa proteção. Já a parte inferior das pernas teve uma proteção marginal, devido ao deslocamento dos pedais em direção ao motorista. A área dos pés ficou intacta depois do impacto. Os bonecos infantis receberam cargas altas na zona do peito.

Toyota

Corolla XEI com airbag: foi registrada alta proteção para adultos (quatro estrelas) e fraca para as crianças (uma estrela). O carro, assim como os outros, tinha estruturas perigosas no painel que representavam um risco tanto para os joelhos do motorista quanto para os do acompanhante. A cadeirinha infantil recomendada para crianças de três anos falhou e o boneco bateu a cabeça no encosto do banco do motorista.

Etios com airbag duplo: o veículo recebeu quatro estrelas para a segurança dos adultos e duas para a das crianças. Foram observadas estruturas perigosas na área do painel contra as quais poderiam impactar os joelhos dos passageiros. O boneco que representava uma criança de três anos ultrapassou o limite de excursão para frente e foram atingidos os limites biomecânicos dos bonecos testados.

Volkswagen

Bora com airbag duplo: ambas as seguranças foram classificadas com três estrelas. Foram observadas estruturas perigosas na área do painel e do console central contra as quais poderiam impactar os joelhos dos passageiros e o pré-tensor do cinto de segurança do passageiro apresentou desempenho fraco.

O carro contava com etiquetas de advertência quanto aos perigos associados à instalação de uma cadeirinha infantil olhando para trás no banco do acompanhante com um airbag ativo, contudo, as etiquetas não estavam unidas de forma permanente ao veículo.

Gol Trend 1.6 com airbag: a segurança dos adultos foi classificada com três estrelas e a das crianças com duas estrelas. A proteção do peito do motorista foi insatisfatória e foram achadas estruturas perigosas na área do painel que poderiam impactar nos joelhos do ocupante. A proteção da parte baixa das pernas do motorista também foi ruim, devido aos altos níveis de deslocamento dos pedais e a atuação pobre do compartimento para pés e o chão.

As instruções de instalação das cadeiras infantis não ficaram unidas a elas e as cadeiras recomendadas eram incompatíveis com o sistema dos cintos de segurança do carro. Também não foi possível desativar o airbag do ocupante da frente para permitir a instalação de uma cadeira infantil no banco da frente.

Gol Trend 1.6 sem airbag: o carro teve uma estrela para a segurança dos adultos e duas para a segurança das crianças. A baixa classificação foi por causa do alto risco de lesões mortais para a cabeça do motorista apresentado pelo volante. Além disso, foi impossível para o sistema de retenção evitar o impacto do volante no peito do motorista.

As instruções de instalação das cadeirinhas eram insuficientes e não ficavam unidas a elas. Além de as cadeirinhas recomendadas terem sido incompatíveis com o sistema de cintos de segurança do carro.

Polo com airbag duplo: o carro foi classificado com quatro estrelas para a segurança dos adultos e três para a das crianças. Foram observadas estruturas perigosas na área do painel e console central para os joelhos dos passageiros. Apesar de o desempenho da cadeirinha ter sido adequado, o carro não oferecia nenhuma advertência quanto aos perigos associados à instalação de uma cadeirinha infantil olhando para trás no banco do acompanhante com um airbag ativo. 

 

Fonte: InfoMoney
Autor: Juliana Américo Lourenço da Silva 
Revisão e Edição: de responsabilidade da fonte

terça-feira, 02 de junho de 2015

Associação lança centro cultural focando o fortalecimento da juventude do bairro Bela Vista, SP

Associação lança centro cultural focando o fortalecimento da juventude do bairro Bela Vista, SP

“O Bixiga é um estado de espírito”, explica Paulo Santiago. Santiago mudou-se para o Bixiga ainda adolescente e construiu uma trajetória como fotógrafo, educador e comunicador. Em 1998, começou o Programa Novolhar na TV, após uma experiência em vídeo com jovens em situação de vulnerabilidade, e percebeu que havia um grande interesse deles pela questão audiovisual e resolveu dar vazão ao processo. Começou assim o Programa Novolhar na TV, que até hoje é transmitido em canais universitários.
 
Crédito:
Pedro Ribeiro Nogueira
terça-feira, 28 de abril de 2015

Morre o ator e diretor Antônio Abujamra.

Morre o ator e diretor Antônio Abujamra.

Abujamra morreu em Higienópolis, sua residência. A causa foi um infarto do miocárdio. O velório será às 23h, no Teatro Sérgio Cardoso, na Bela Vista, aberto ao público. Conforme nota da TV Cultura, o velório seguirá pela madrugada até às 13h de quarta-feira. O corpo será cremado no Crematório da Vila Alpina.

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