\ Notícias em Centro, Araucária - PR | O Melhor do Bairro

Notícias em O melhor do bairro de Centro, Araucária, PR

segunda-feira, 08 de janeiro de 2018

LITERATURA SEMANAL & ANUAL... Semana de 25 Dez 2017 à 01 Jan 2018

Fonte: PublishNews

 

Metodologia de Pesquisa

O ranking de livros mais vendidos é elaborado a partir da soma simples das vendas de todas as livrarias consultadas. Trata-se, portanto, de uma amostra e não do universo da venda de livros no Brasil. Como as livrarias mandam no máximo listas com os 20 livros mais vendidos em cada categoria, as posições finais da lista, a partir do 15º lugar, apresentam uma maior margem de erro. Portanto, decidimos adotar até o 10o. lugar por entendermos que a margem de erro fica minimizada.

Cada título é considerado em apenas uma categoria. Por exemplo, os livros de negócio e autoajuda não são considerados na lista de não ficção. Além disso, cada edição de uma obra é considerada individualmente. Livros em domínio público, com diversas edições com ISBNs diferentes em editoras diversas não têm suas vendas somadas.

O ranking de livros mais vendidos que apresentamos, cria uma  mostragem semanal e outra anual dos livros mais vendidos. No caso dos rankings anual, a contagem é feita pelo número total de títulos que apareceram em quaisquer das listas semanais durante o período em questão, e não pela quantidade de livros nas listas consolidadas anualmente. Ou seja, o livro constante no maior número de listas semanais será o líder do ranking anual.

 

Mais vendidos da semana de 25 Dez 2017 à 01 Jan 2018

 

 

                 

                                                                                

 




 




 

segunda-feira, 08 de janeiro de 2018

REDE SOCIAL... Facebook vai apoiar projetos para combater fake news no Brasil

Facebook vai apoiar projetos para combater fake news no Brasil

     omb100... "TECnologia"

Até junho curso online e bot devem estar disponíveis aos usuários

Com o objetivo de ajudar no combate à propagação de notícias falsas no Brasil, o Facebook anunciou o seu apoio a dois projetos. "Vaza, Falsiane!", o primeiro deles, consiste em um curs com aulas online, gratuitas, voltadas para o público jovem e para professores. O segundo se chama "Fátima!, um bot para o Messenger que vai auxiliar os próprios usuários na checagem dos fatos, a fim de identificar fake news.

Conforme o site TechTudo, os dois projetos foram criados por brasileiros e pesados em parceria com a rede social de Mark Zuckerberg. "Vaza, Falsiane" e "Fátima" já estão em fase de desenvolvimento e devem ser disponibilizados para os internautas até o fim do primeiro semestre.

As iniciativas apoiadas pelo Facebook fazem parte de um conjunto de ações desenvolvidas pela rede para diminuir o impacto das falsas notícias dentro da plataforma. Apenas no ano passado foram anunciados diversos recursos para evitar a divulgação de conteúdos do gênero, a exemplo de um guia contra fake news, mudanças no algoritmo e um botão para contextualizar as publicações.

Os projetos escolhidos para ganhar o apoio da rede no Brasil resultam de uma seleção de oito propostas, apresentadas no ano passado por um público formado por professores, jornalistas e entidades preocupadas com o combate à fake news.

No caso do curso, ‘Vaza, Falsiane!’, as aulas serão adaptadas para a linguagem da Internet, com a utilização de vídeos, memes, listas e testes. Os professores Leonardo Sakamoto (PUC-SP), Ivan Paganotti (MidiAto ECA-USP) e e Rodrigo Ratier (Faculdade Cásper Líbero) assinam a criação do material.

O robô 'Fátima' será elaborado pela plataforma brasileira Aos Fatos, que integra a International Fact-Checking Network, rede de combate a fake news. O projeto ganhou esse nome como um diminutivo “FactMachine”, que em português pode ser traduzido como "máquina dos fatos".

 

segunda-feira, 08 de janeiro de 2018

SEGURANÇA... Como saber se alguém entrou no seu Facebook sem autorização?

Como saber se alguém entrou no seu Facebook sem autorização?

     omb100... "TECnologia"

Verifique o histórico de sessões do seu perfil na rede social

Se suspeita que alguém está usando sua conta do Facebook sem sua autorização, saiba que há uma maneira de descobrir se esta invasão é real.

Primeiro, clique no ícone de seta para baixo, localizado no canto direito superior da tela. Selecione a opção "segurança e login" e pronto! Nesta janela você terá acesso ao local onde seu perfil foi conectado e o horário. Além disso, a rede social indica em quais locais seu profile ainda está aberto.De acordo com o blog 'Tira-dúvidas', do G1, você pode verificar o histórico das sessões do seu perfil na rede social.

Caso não reconheça algum dos lugares de acesso, é provével que estejam acessando sua conta sem autorização. Para deixar sua conta mais segura, a rede social recomendaque você selecione a opção "Receba alertas sobre logins não reconhecidos". Depois, clique em "Editar". Marque todas as opções e clique em "Salvar alterações".

 

segunda-feira, 08 de janeiro de 2018

SAÚDE... Entenda o caso da droga vetada, que combate câncer comum entre crianças

Entenda o caso da droga vetada, que combate câncer comum entre crianças

     omb100... "BRASIL"

O medicamento Aginasa é usado no tratamento de leucemia linfoide aguda

Oministro da Saúde, Ricardo Barros, disse que a presidente do hospital Boldrini, Silvia Brandalise, tem "algum interesse" na compra do medicamento Aginasa, usado no tratamento de leucemia linfoide aguda, tipo de câncer mais comum em crianças e adolescentes.

A declaração de Barros foi feita à rádio "CBN" na quinta-feira (4). "Algum interesse ela [Brandalise] tem em que o produto que ela defende seja comprado pelo ministério. É isso que me parece, porque todo medicamento que aparece ela critica", afirmou Barros.Brandalise foi uma das principais vozes a protestar quando o governo federal substituiu o Aginasa, fabricado no Japão em parceria com a Alemanha, pelo LeugiNase, medicamento chinês que custa menos de ¼ do preço do antecessor, é desconhecido da classe médica e foi vetado pela Justiça em setembro, mas ainda é distribuído pela rede, como revelou a Folha de S.Paulo na quarta-feira (3).

Em 24 de setembro, o juiz federal Rolando Valcir Spanholo, do DF , proibiu o governo federal de continuar a comprar e distribuir LeugiNase, sob justificativa de que não havia provas de que o remédio funciona em humanos.

O Boldrini, hospital referência no tratamento de câncer infantil sediado em Campinas, recebeu três remessas do remédio após a proibição, a última justamente no dia em que a reportagem foi publicada. Recusou todas. O governo informou que recomendou que hospitais e Estados não interrompessem o tratamento com L-asparaginase porque a sentença, diz o órgão, é de "cunho gerencial" e foi cumprida.

A decisão proíbe a União de comprar e distribuir o remédio, o que o Ministério da Saúde diz não ter feito mais. O texto do juiz não faz referências a entregas feitas pelos Estados, que recebem a droga do Ministério da Saúde e abastecem os hospitais.

Barros não fez qualquer menção, na entrevista à "CBN", ao fato de ter permitido a continuidade do tratamento com uma droga que a Justiça entendeu que não tinha eficácia comprovada. Segundo ele, o LeugiNase "atestadamente é bom".

O ministro afirmou que a presidente do Boldrini deve "cuidar bem dos seus clientes" e parar de "perturbar o sono de mães" de crianças com câncer. "Já faz um ano isso [que o LeugiNase é distribuído], não houve nenhum efeito adverso, não aconteceu nada de errado com a aplicação do medicamento, e ela insiste. Então fica para mim a impressão de que ela não tem nada contra o medicamento chinês, que ela tem a favor do que ela defende", afirmou Barros.

Quando perguntado se após a suspensão do LeugiNase pela Justiça, não foi questionada a certificação do produto, Barros respondeu: "Sim, mas o produto que ela compra também não tem a certificação que ela exige do outro..não há estudo clínico do produto que ela defende." Em entrevista anterior à Folha de S.Paulo, Brandalise disse que o Aginasa é amplamente conhecido da classe médica e tem segurança e eficácia comprovadas.

A DROGA

O Aginasa e o LeugiNase são drogas compostas pelo princípio ativo L-asparaginase. O fármaco faz parte dos remédios usados na poliquimioterapia. É considerado fundamental para elevar as chances de cura dos pacientes. A aplicação adequada gera remissão em 98% dos casos.

Após a suspensão judicial, o Ministério da Saúde abriu pregão para compra de L-asparaginase. O preço mais baixo é de outro medicamento chinês (Leucospar), oferecido pelo laboratório Xetley, mesmo distribuidor do LeugiNase. O ministro disse que nesta segunda (8) haverá reunião do ministério com entidades médicas para verificar se o medicamento tem condições de ser adquirido.

Barros afirmou que descontará o valor do remédio da verba repassada aos hospitais oncológicos. Segundo o governo, a verba repassada pelo SUS já contempla custos de aquisição de medicamentos. Brandalise está em viagem aos EUA, com o celular desligado, segundo a assessoria do hospital.

A advogada do Boldrini, Carina Moisés Mendonça, disse ser uma insinuação leviana do ministro. "Não há nenhum outro interesse da Dra. Silvia ou do Boldrini com relação a Aginasa (L-Asparaginase alemã) a não ser, unicamente, fornecer aos doentes um medicamento com eficácia e segurança comprovados".

O Boldrini obteve uma liminar que obriga o Ministério da Saúde a fornecer Aginasa ao hospital, mas não tem recebido o medicamento - o órgão diz que recorre decorre da decisão. "Diferentemente do que o Ministro alega, há diversos estudos científicos, publicados em literatura técnico-científica, que atestam a eficácia e segurança da Aginasa, todos juntados na ação judicial movida pelo Boldrini contra a União, o que inexiste com relação ao Leuginase", afirmou a advogada. 

O que é a droga vetada:

O que é l-asparaginase

Princípio ativo de uma das drogas usadas na poliquimioterapia. Ela combate a leucemia linfoide aguda, tipo de câncer mais comum entre crianças. A aplicação adequada gera remissão da doença em cerca de 98% dos casos.

A doença

A leucemia linfoide aguda consiste no crescimento excessivo das células progenitoras da medula óssea (responsável pelos elementos do sangue como hemácias, leucócitos e plaquetas).

Histórico

Em 2017, o Ministério da Saúde comprou um novo remédio, o LeugiNase, cujo custo é 1/4 do que o usado antes, o Aginasa (japonês/alemão). Hospitais barraram o remédio. Teste apontou que só 60% do remédio chinês corresponde ao L-asparaginase. No japonês/alemão há 99,5% da substância.

Justiça

O Ministério Público Federal moveu ação civil pública para interromper o uso do medicamento. A Justiça Federal concedeu liminar proibindo a União de comprar e distribuir novos lotes do remédio.

Outubro e novembro

O Centro Infantil Boldrini recebeu remessas do LeugiNase. Governo diz que não encaminhou, mas admite que enviou a Estados e hospitais nota para que não interrompessem o tratamento com o remédio.

 Dezembro

Ministério da Saúde abre novo pregão para compra de asparaginase. Menor preço é da Xetley, mesma distribuidora do LeugiNase. A licitação ainda não foi concluída. Com informações da Folhapress.

 

segunda-feira, 08 de janeiro de 2018

ENTREVISTA... 'Políticos usam mídias sociais para o bem e para o mal', diz Chomsky

'Políticos usam mídias sociais para o bem e para o mal', diz Chomsky

     omb100... "POLÍTICA"

Filósofo faz um balanço dos anos em que o PT governou o Brasil

Olinguista e filósofo americano Noam Chomsky, de 89 anos, afirma que os políticos usam as mídias sociais "para o bem" e "para o mal". Com análises políticas destacadas, ele diz que as técnicas das redes sociais para influenciar consumidores e eleitores vão se desenvolver ainda mais, "a menos que o ativismo popular possa restringi-las".

Qual sua opinião sobre o uso das redes sociais por políticos?Chomsky faz um balanço dos anos em que o PT governou o Brasil. Para ele, o País avançou com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, afirma o filósofo, o petista errou, por exemplo, ao não diversificar a economia e ao se envolver em "extrema corrupção". Chomsky falou ao jornal O Estado de S. Paulo por e-mail.

As figuras políticas usam, sim, as mídias sociais, até certo ponto, para o bem ou o para o mal. Mas Donald Trump é único. Seu principal método de comunicação com o mundo é por meio dos tuítes, que vão desde berros raivosos até pronunciamentos relativos a políticas públicas. A técnica foi bem concebida para vários fins. Primeiro, se desviar de qualquer questionamento ou debate sério. Segundo, controlar sua base eleitoral, que o venera. E, por último, manter a atenção da mídia focada nele e em suas extravagâncias diárias.

O discurso de ódio ganha mais força na internet? Por quê?

Uma grande virtude da internet é que ela oferece oportunidades para a livre expressão e para o debate. Essa liberdade permite o discurso de ódio.

Houve um crescimento na polarização do debate político tanto nos Estados Unidos como no Brasil. O senhor vê semelhanças nesse cenário em ambos os países? Como isso afetará as eleições?

Devemos lembrar que esse fenômeno, embora real e perigoso, não é novo. Eu sou velho o suficiente para lembrar vividamente o surgimento do fascismo na Europa na década de 1930. A polarização e a irracionalidade excediam em muito tudo o que vemos hoje e, é claro, eram muito mais perigosas. Felizmente, as circunstâncias atuais permitem uma ampla gama de medidas para enfrentar e superar essas tendências ameaçadoras.

Qual a intenção por trás da produção das fake news? Por que elas são tão populares?

A intenção é bastante clara: enganar, induzir ao erro e controlar. As fake news são populares entre as pessoas que, muitas vezes por bons motivos, percebem o poder estabelecido como hostil e se sentem vitimadas pelas políticas prevalecentes. Consequentemente, elas desconfiam do que vem das fontes da elite e procuram por algo que possam interpretar como favorável aos seus interesses e suas atitudes. Novamente, o fenômeno Trump é bastante notável. As pesquisas mostram que os republicanos tendem a confiar muito mais em Trump do que na mídia tradicional.

Qual papel o senhor vê para as grandes corporações da internet nas próximas eleições?

Elas já tiveram um impacto. As técnicas que agora são usadas para influenciar as escolhas do consumidor e as preferências dos eleitores provavelmente vão se desenvolver ainda mais, a menos que o ativismo popular possa restringi-las, uma tarefa grande e significativa.

A internet dificulta ou facilita manipulações?

Existem tendências conflitantes. Quando as principais fontes de notícias eram os grandes canais de TV e jornais matinais, a população era exposta a um espectro de informações, atitudes e percepções largamente compartilhado. Um efeito do acesso à internet é levar muitas pessoas a "câmaras de eco", onde elas são expostas principalmente a materiais que reforçam seus próprios pontos de vista. Por outro lado, a internet oferece muitas possibilidades para acessar fontes de informação muito mais amplas, para aqueles que desejam aprender algo.

Recentemente, o senhor criticou o modus operandi dos governos de esquerda no Brasil e na América Latina. É hora de abrir espaço para outras ideologias?

Esses governos alcançaram conquistas importantes, tanto em nível nacional como internacional. Isso foi particularmente verdadeiro no caso do Brasil, que durante o governo Lula se tornou um dos países mais respeitados do mundo, por bons motivos. Também houve falhas graves, entre elas a falta de diversificação da economia e a extrema corrupção, que persistiu de anos anteriores. Não há razão para que tais falhas não possam ser superadas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | Próximo >

                           






                                       


                                                 


                               




AÇÃO SOCIAL...